Foto: Divulgação/Divulgação/Júlio Arakack/Keila Castro
Foto: Divulgação/Divulgação/Júlio Arakack/Keila Castro

LAB Crítica: práticas de crítica teatral

Bate-papo com Gabriela Mellão [Brasil/SP], Pollyanna Diniz [Brasil/PE], Bruno Fracchia [Brasil/SP], Guilherme Diniz [Brasil/MG] e estudantes convidados. Mediação: Juliana Santos

Programações com Recursos de Acessibilidade

Santos

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local:  Auditório

Acesso livre.

Data e horário

08/09 a 08/09

08/09 • Terça • 11h00
Foto: Divulgação/Divulgação/Júlio Arakack/Keila Castro
Foto: Divulgação/Divulgação/Júlio Arakack/Keila Castro

O laboratório propõe uma imersão prática na crítica teatral, reunindo profissionais convidados e estudantes de jornalismo, letras, artes cênicas e áreas afins. As duplas acompanham os espetáculos do festival, debatem suas premissas e compartilham o processo neste encontro aberto ao público. A atividade culmina na produção de textos críticos, que serão publicados no site oficial do Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas. 

Bruno Fracchia é ator, escritor e pesquisador. Bacharel e mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP), também se dedica à produção crítica, com textos publicados em jornais e redes sociais. 

Gabriela Mellão é autora, diretora e jornalista teatral. Escreve para a Folha de S.Paulo e revista Vogue. Estudou Dramaturgia e História do Teatro Moderno em Harvard (Boston). Integra o júri do Prêmio APCA de Teatro. 

Guilherme Diniz é professor, pesquisador e curador independente. Integra a Associação Internacional de Críticos Teatrais (AICT) e é autor de Teatro Experimental do Negro: histórias, críticas e outros dramas (Temporal Editora). 

Pollyanna Diniz é jornalista, crítica e pesquisadora teatral. Integra a Associação Internacional de Críticos de Teatro (AICT). É idealizadora e editora do site Satisfeita, Yolanda?, especializado em artes cênicas. 

Juliana Santos é graduada em História (USP) e mestre em Educação (FEUSP). Possui especialização em Gestão Cultural pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo (CPF), onde também atua como pesquisadora.

A atividade conta com interpretação em Libras.

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