Duração: 180 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Biblioteca (15º andar)
Acesso livre, sujeito à lotação do espaço.
Data e horário
De 30/05/2026 a 30/05/2026
O projeto “Livro lindo é livro lido” convida escritores, escritoras, poetas e jornalistas a lerem na íntegra suas obras na biblioteca do Sesc Av. Paulista. Para a estreia, convidamos Felipe Franco Munhoz, escritor, poeta, tradutor e editor festejado internacionalmente. Ele lerá seu mais recente livro, “A bússola adúltera”, publicado pela editora Ars et Vita.
A bússola adúltera, quinto livro de Felipe Franco Munhoz, confirma o estilo que vem sendo trabalhado pelo autor em suas obras mais recentes, no qual expande as fronteiras da literatura, buscando diálogos com outras linguagens artísticas que vão das artes cênicas à música. O autor vem sendo amplamente considerado como uma das vozes mais autênticas da literatura contemporânea brasileira, tendo recebidos elogios de críticos, artistas e autores, tais como Tom Stoppard, que o considera “um experimentalista no melhor sentido, um verdadeiro modernista. Seus textos publicados são diferentes de quaisquer textos que eu já tenha visto: apenas ao olhar para eles, sabemos que Franco Munhoz está expandindo fronteiras”. Sobre Identidades, segundo livro do autor, publicado pela Editora Nós (2018), Caetano Veloso disse: “Nunca encontrei nada parecido dentre as coisas que pessoas jovens me dão para olhar. Mesmo as rubricas de cena são poesia”.
Felipe Franco Munhoz nasceu em São Paulo (1990). Graduado em Comunicação Social pela UFPR, é autor dos livros “Mentiras” (Nós, 2016), que recebeu uma Bolsa Funarte de Criação Literária, “Identidades” (Nós, 2018), “Lanternas ao nirvana” (Record, 2022), “Dissoluções” (Record, 2024), “A bússola adúltera” (Ars et Vita, 2024) e “Guide to a Fall” (University of Iowa International Writing Program, 2025; em coautoria com Nada Alturki). Seu trabalho obteve críticas favoráveis de jornais como Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, Valor Econômico e Estado de Minas. Sobre “Identidades”, Caetano Veloso disse: “Nunca encontrei nada parecido dentre as coisas que pessoas jovens me dão para olhar. Mesmo as rubricas de cena são poesia. ‘Identidades’ tem um lugar único na literatura brasileira contemporânea.” Traduziu, do russo, a seleta de poemas de A. Púchkin “O Cavaleiro de Bronze e outros poemas” (Kalinka, 2022), premiado com uma menção honrosa da ABRALIC. Foi contemplado com as fellowships e residências: International Writing Program (EUA) – apoiado pelo Bureau of Educational and Cultural Affairs at the U.S. Department of State -, Santa Maddalena Foundation (Itália), MacDowell (EUA), Ucross Foundation (EUA), Sangam House (Índia) – apoiado pelo Itamaraty -, Festival Artes Vertentes (Tiradentes, MG) e Art Omi: Writers (EUA); para a Art Omi, Tom Stoppard escreveu: “Um experimentalista no melhor sentido, um verdadeiro modernista. Seus textos publicados são diferentes de quaisquer textos que eu já tenha visto: apenas ao olhar para eles, sabemos que Franco Munhoz está expandindo fronteiras.”
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