Cancelado
atividade online
Grátis
Dia 29/6, segunda, das 15h às 17h
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Dia 29/6, segunda, das 15h às 17h
Há uma escassez de estudos sobre a presença e as contribuições do povo romani/cigano para a formação social, cultural e política dos países americanos, apesar de sua chegada ao continente remontar ao início do período colonial. Ao mesmo tempo, a violência histórica dirigida a essa população segue, em grande medida, sem registro sistemático, sem reconhecimento público e sem políticas de reparação.
O objetivo deste encontro será discutir sobre a memória do povo romani nas Américas a partir da experiência de construção do mapa. A atividade busca compartilhar o processo coletivo de mapeamento, discutir o que significa produzir memória em contextos de apagamento e refletir sobre como a memória se articula com a formulação de políticas públicas, com a ampliação do acesso a direitos e com a garantia da não repetição de violações.
A conversa também abordará as políticas de apagamento dessas memórias: quais mecanismos produzem silêncios, quais narrativas se tornam “oficiais” e quais são os efeitos disso na vida cotidiana do povo romani/cigano. Partindo do Mapa, vamos discutir caminhos para reconhecer trajetórias, territórios, experiências de violência e de resistência.
O Mapa da Memória Romani nas Américas é uma iniciativa coletiva e colaborativa coordenada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em parceria com a Gonzaga University, o Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER) da Universidade de São Paulo (Brasil), o Instituto de Etnologia da Academia Tcheca de Ciências, o Instituto de Ciências Antropológicas da Universidade de Buenos Aires (Argentina) e a Associação Internacional Maylê Sara Kali (AMSK/Brasil), juntamente com defensoras e defensores romani de direitos humanos e organizações da sociedade civil das Américas e de outras regiões.
Com Aline Miklos, doutora em Direito e Ciências Sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), atuou como consultora para os direitos do povo romani/cigano no Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), onde liderou e apoiou diversas iniciativas voltadas às comunidades romanis e à promoção dos direitos de grupos etnicoraciais. Gerente da área de advocacy do Instituto Vladimir Herzog. Diretora de “Kalo Chiriklo”, projeto que articula ações culturais e políticas com o objetivo de combater o anticiganismo.
As inscrições podem ser feitas a partir das 14h do dia 27/5 no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc ou através do nosso app. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.
O pagamento pode ser feito através do cartão de crédito, débito ou em dinheiro. Trabalhamos com as bandeiras Visa, Mastercard, Elo e Hipercard.
Ao término do curso, você poderá solicitar sua declaração de participação pelo e-mail declaracao.cpf@sescsp.org.br. A declaração será encaminhada em até 30 dias
O cancelamento poderá ser realizado com até 48 horas antes do início da atividade, por email: atendimento.cpf@sescsp.org.br
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