Duração: 180 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Espaço Cênico
Ingressos retirados uma hora antes na recepção.
Data e horário
A Mostra Latino-Americana Fronteiras Brasil é um desdobramento do Festival Internacional de Arte e Educação Fronteiras Brasil, realizado desde 2009 em Matão (SP). Idealizado por Khosro Adibi e realizado pela Cia. Labirinto de Teatro, o festival promove intercâmbios entre artistas e comunidades por meio de residências, ações formativas e criações coletivas, reunindo participantes de diferentes países e linguagens.
Como ação de circulação, a Mostra amplia o alcance do projeto ao apresentar ao público obras desenvolvidas nesse contexto, reafirmando o compromisso com a convivência, a pedagogia horizontal e a troca de saberes. Ao longo de sua trajetória, o Fronteiras Brasil já envolveu mais de 5 mil pessoas, 200 artistas, 30 instituições e participantes de mais de 10 países.
Ingressos retirados uma hora antes na recepção.
15h – El Arte de Encantar
Linguagem: Circo/Dança
Artista: Sergio Monzón (Argentina)
Duração: 30 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse
“El Arte de Encantar” é um espetáculo dinâmico e interativo que combina a destreza do circo tradicional com a energia do movimento. Pelas mãos do artista argentino Sergio Monzón (“Mono”), o espetáculo apresenta um percurso cheio de ritmo, acrobacias em monociclo, malabarismos e humor leve, criando conexão imediata com o público. Uma proposta em que o corpo fala, o risco diverte e o riso atravessa toda a experiência.
15h40 – Imaginário
Linguagem: Teatro
Artista: Lai (Brasil)
Duração: 17 minutos
Classificação indicativa: Livre (infantil)
Sinopse
“O que é, o que é: tem 5 braços, 3 pernas, é alte, linguarude, tem 2 pernas, 7 braços, 3 olhos e um coração gigantão?”. A peça acompanha a vida de uma criança através de seu queride amigue imaginárie. A criança muda e o amigue também: de corpo, matéria, jeito e som. Nessa jornada para reconhecer-se, amigue se percebe como ume monstre de várias formas e se transforma ne companheire que a criança precisa para enfrentar o mundo.
16h – Cuerpos en Cruce
Linguagem: Dança
Artista: Natalia Nisnievich (Argentina)
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse
“Cuerpos en cruce” é uma proposta cênica em processo de investigação que articula linguagens das danças latino-americanas, da exploração corporal e de práticas contemporâneas de movimento. A pesquisa parte do corpo como território de memória, experiência e transformação, explorando as tensões entre a individualidade e a construção coletiva em contextos sociais e políticos atravessados pelo isolamento, pela crise e pela resistência. A proposta nutre-se de matrizes culturais e corporais latino-americanas de raiz popular e tradicional, dialogando com experiências de formação e criação desenvolvidas em diferentes territórios da América Latina e com processos comunitários e artísticos realizados na cidade de Rosario, Argentina. A partir desse lugar, vincula criação em movimento, escuta corporal e práticas coletivas como formas de encontro, reflexão e construção de sentido.
16h30 – Fazendo por Onde
Linguagem: Teatro/Circo
Artista: Serafim (Brasil)
Duração: 30 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse
“Fazendo por Onde” é um espetáculo de circo sobre tentar, errar e tentar de novo. Em cena, um artista se desafia constantemente, revelando que nem tudo dá certo de primeira — e que tudo bem. Com números de marionete, malabarismo com bolinhas, claves, bola de contato e momentos de improviso, o espetáculo brinca com o esforço necessário para conquistar as coisas na vida. Às vezes parece que temos controle; em outras, tudo foge das mãos — e é aí que a mágica acontece. Entre quedas, risadas e recomeços, o espetáculo convida o público a se reconhecer nessas pequenas batalhas cotidianas, lembrando que o importante não é a perfeição, mas a persistência.
17h – AYA: Ritual Sonoro
Linguagem: Performance musical
Artista: David Ramos (Equador)
Duração: 15 a 20 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse
AYA é uma performance ritual-sonora que explora a memória ancestral como uma tecnologia espiritual capaz de persistir em futuros fragmentados. Por meio de um ser situado fora do tempo linear, a obra ativa um dispositivo cerimonial composto por corpo, som, elementos naturais e tecnologias orgânicas. A performance se desenvolve como uma invocação especulativa em que movimento, materialidades e paisagens sonoras constroem a percepção. Um altar formado pelos quatro elementos sagrados funciona como portal ritual e arquivo vivo, enquanto AYA — entidade híbrida, guardiã da natureza e da memória — convoca uma cerimônia de celebração e conexão coletiva. Inspirada em epistemologias ancestrais andinas, na performance ritual e em perspectivas de pós-humanismo situado, a obra investiga possíveis formas de sobrevivência espiritual e reverberação da memória no porvir.
17h30 – Hoy Mi Nombre es Marta
Linguagem: Teatro
Artista: Daniela Ferreyra (Argentina)
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse
“Hoy Mi Nombre es Marta” explora um corpo atravessado pelo desejo, pela ferida e pela necessidade de ser visto. Em um espaço vazio, Marta tenta nomear aquilo que permaneceu oculto, construindo um universo íntimo em que som, palavra e fragilidade tornam-se matéria cênica. A obra encontra-se em processo de investigação e criação, permanecendo aberta à transformação de seu universo performativo.
18h30 – Paisagens de Objetos, Paisagens de Memórias
Linguagem: Teatro de Objetos
Artista: Mariano Basile (Argentina)
Duração: 25 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse
Por meio da poética do teatro de objetos e da construção de maquetes em cena, a palestra-performance propõe uma investigação sensível sobre a capacidade de representar mundos em miniatura, materializando narrativas pessoais e coletivas a partir de reflexões urgentes do nosso tempo.
ENTRE AS APRESENTAÇÕES: O Velho Rio
Linguagem: Teatro de Lambe-Lambe
Artista: Tres (Brasil)
Duração: 3 minutos (múltiplas apresentações)
Classificação indicativa: livre
Sinopse
O rio é um fio que costura todos os tempos, carrega as histórias de ninar crianças, e já ouvi dizer que até criança grande se espanta e se encanta. Uma fresta se abre para o passado: as embarcações do velho Rio São Francisco e as encantarias misteriosas que o navegam.
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.