Foto: Pio Figueroa
Foto: Pio Figueroa

Mutações: Autoritarismo e totalitarismo 

Com João Almino 

Mutações

Centro de Pesquisa e Formação

Duração: 120 minutos

16

atividade presencial

Grátis

Local:  CPF - 4º Andar

Data e horário

01/09 • • 19h30
Foto: Pio Figueroa
Foto: Pio Figueroa

Dia 1/9, terça, das 19h30 às 21h30. 

A atividade analisa as formas contemporâneas de autoritarismo e suas implicações para a democracia, examinando conceitos como liberdade, totalitarismo, liberalismo autoritário e universalismo.
O percurso dialoga com autores como Hannah Arendt, Claude Lefort, Theodor Adorno, Sergio Paulo Rouanet, Amartya
Sen e Edward Said para discutir como discursos de defesa da ordem, da tradição, da religião, da nação e da liberdade podem justificar práticas de exclusão e coerção. A proposta também problematiza o papel das tecnologias digitais e da inteligência artificial na reorganização das relações de poder, considerando seus impactos sobre a participação política e a circulação da informação. Ao recuperar experiências históricas e desafios atuais, a atividade amplia o debate sobre democracia para além de perspectivas eurocêntricas, destacando a pluralidade de tradições democráticas e a importância do pensamento crítico diante das crises do presente. Destina-se a estudantes, pesquisadores, educadores e pessoas interessadas em filosofia, política e direitos humanos.
 
 
Com João Almino, nascido em Mossoró, no Rio Grande do Norte, em 1950. É autor dos seguintes romances Idéias para Onde Passar o Fim do Mundo (indicado para o Prêmio Jabuti, ganhador de Prêmio do Instituto Nacional do Livro e do Prêmio Candango de Literatura), Samba-Enredo, As Cinco Estações do Amor (Prêmio Casa de las Américas 2003), O Livro das Emoções (Record, 2008; finalista do 7º Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2009 e finalista do 6º Prêmio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura 2009); Cidade Livre (Record, 2010; Prêmio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura 2011 de melhor romance publicado no Brasil entre 2009 e 2011; finalista do Jabuti e do Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2011); Enigmas da Primavera (Record, 2015; finalista do Prêmio Rio de Literatura 2016; finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2016; Prêmio Jabuti, 2.o colocado, de Livro Brasileiro Publicado no Exterior, pela tradução para o inglês); Entre facas, algodão (Record, 2017); e Homem de Papel (Record, 2022; um dos 10 finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura e um dos 10 semifinalistas de romance literário do Jabuti). Alguns de seus romances estão traduzidos para o inglês, o francês, o espanhol, o italiano, o holandês e outras línguas. Seus escritos de história e filosofia política são referência para os estudiosos do autoritarismo e a democracia. Entre estes, incluem-se os livros Os Democratas Autoritários (1980), A Idade do Presente (1985), Era uma Vez uma Constituinte (1985) e O Segredo e a Informação (1986). É também autor de Naturezas Mortas – A Filosofia Política do Ecologismo (2004), de Brasil-EUA: Balanço Poético (1996), Escrita em contraponto (2008), O diabrete angélico e o pavão: Enredo e amor possíveis em Brás Cubas (2009), 500 Anos de Utopia (2017) e Dois ensaios sobre Utopia (2017). Doutorou-se em Paris, orientado pelo filósofo Claude Lefort. Ensinou na UNAM (México), UnB, Instituto Rio Branco, Berkeley, Stanford e Universidade de Chicago. Em 2017 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. 

Esta programação integra o ciclo Mutações Sem retorno: caminhar a sombra das ideias, com curadoria de Adauto Novaes.  

Retirada de ingressos 1 hora antes na bilheteria do Centro de Pesquisa e Formação Sesc.  

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