Foto: Divulgação
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Narrar a si e ao outro: autoficção e exposição

14 Bis

Duração: 90 minutos

12

atividade presencial

Grátis

Local: Biblioteca - Piso térreo

Data e horário

01/07 a 01/07

01/07 • Quarta • 19h00
Foto: Divulgação
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Ao transformar vivências em literatura, até onde o escritor se expõe e onde começa a privacidade do outro? Existem limites quando a própria vida se torna matéria-prima para a ficção? Nesta conversa, a escritora Tatiana Salem Levy, autora de “Melhor não contar” e “Vista Chinesa” (Editora Todavia), dentre outros livros, explora as complexidades da autoficção e o delicado equilíbrio entre narrar a própria história e o impacto da exposição de pessoas próximas. Uma oportunidade para compreender a escrita de narrativas que mergulham no íntimo.

Tatiana Salem Levy é escritora, ensaísta e pesquisadora na Universidade NOVA de Lisboa. Publicou os romances “A Chave de Casa” (Prêmio São Paulo de Literatura), “Dois Rios”, “Paraíso”, “Vista Chinesa” e “Melhor não contar”. É também autora dos livros infantis “Curupira Pirapora” (Prêmio FNLIJ) e “Tanto Mar” (Prêmio ABL), do ensaio “A experiência do fora: Blanchot, Foucault e Deleuze” e do livro “O Mundo Não Vai Acabar”, que reúne uma seleção de crónicas publicadas no Valor Econômico. Eleita pela revista britânica Granta para a seleção dos 20 melhores jovens escritores brasileiros, os seus livros já foram publicados em 16 países. Acaba de lançar, pela Tinta-da-China Brasil, o volume de ensaios “Diga a coisa como ela é”.

Adriana Ferreira Silva é jornalista, escritora e curadora, com enfoque em questões interseccionais de gênero e racial. Coautora do livro “Democracia para quem? – Ensaios de resistência” (ed. Boitempo), colabora com veículos como o canal ICL Notícias, jornal Nexo e as revistas Liberta, Numéro Brasil e Quatro Cinco Um. Como moderadora, atuou em eventos nacionais e internacionais como o Littérature Live (Lyon) e a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. Sua experiência em curadoria inclui a série “Conversas sobre branquitude” (2025), o edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e a Jornada Galápagos de Jornalismo (2022-2026). Em mais de 25 anos de carreira, foi correspondente em Paris e trabalhou nas redações de Marie Claire, Vogue, Veja SP, Folha de S.Paulo e como colunista da rádio CBN.

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