Duração: 120 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Praça de Eventos
Data e horário
29/10 a 29/10
Conversa sobre a literatura brasileira contemporânea que transita no gênero de horror e as especificidades dessa produção literária realizada atualmente em nosso país.
SOBRE AS PARTICIPAÇÕES:
CRISTHIANO AGUIAR (Campina Grande-PB) é escritor, crítico literário e professor. Formado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco, é professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, tendo sido pesquisador-visitante em Berkeley, Princeton e UCLA. Atualmente, coordena o Programa de Pós-Graduação em Letras do Mackenzie. Publicou os livros de contos “Na outra margem, o Leviatã” (Lote 42, 2018) e “Gótico nordestino” (Alfaguara/Companhia das Letras, 2022). Em 2022, Cristhiano Aguiar ganhou o prêmio Clarice Lispector de Melhor Livro de Contos, da Biblioteca Nacional, por “Gótico Nordestino”. Lançou, em 2025, o livro de ensaios “Tanto oceano, tanta solidão: ficção brasileira e vida social” (Aboio). Em 2027, lançará “A Quimera”, seu primeiro romance, pela Companhia das Letras.
MICHELINY VERUNSCHK nasceu em 1972, no Recife, em Pernambuco. Escritora e historiadora, é autora de livros de contos, poesias e romances, incluindo Nossa Teresa: Vida e morte de uma santa suicida (Patuá, 2014), vencedor do prêmio São Paulo de Literatura, O som do rugido da onça (Companhia das Letras, 2021), que conquistou o Jabuti de melhor romance literário e o terceiro lugar do prêmio Oceanos, Caminhando com os mortos (Companhia das Letras, 2023), vencedor do prêmio Oceanos, e Depois do trovão (Companhia das Letras, 2025).
SOBRE A MEDIADORA
Maria Carolina Casati é mulher negra, professora, escritora e doutora em ciências pela EACH-USP, no Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política. É pesquisadora colaboradora no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu (Unicamp). Curadora e mediadora de leitura, é idealizadora do @encruzilinhas, uma plataforma que reúne leitura, debate e difusão de textos sobre negritude, gênero, feminismos e militância produzidos por mulheres negras e do Sul global. Tem textos em livros e em veículos como Harper’s Bazaar, Bravo!, Folha de São Paulo, Cláudia. Na coletânea Mulheres em Travessia (Diadorim, 2026), está publicado seu primeiro conto de ficção.
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.