Datas e horários
19/09 a 20/09
Por meio dos toques tradicionais do berimbau, dos cantos e da musicalidade que compõem as rodas de capoeira, a atividade convida o público a vivenciar expressões culturais que carregam histórias, memórias e conhecimentos transmitidos por gerações. A apresentação revela a riqueza das tradições afro-brasileiras e evidencia a importância das culturas de matriz africana na formação social e cultural do Brasil.
Mais do que uma apresentação musical, o encontro propõe uma experiência de aproximação com a ancestralidade, valorizando práticas construídas a partir da resistência, da coletividade e da transmissão de saberes. Reunidos em formação orquestral, os berimbaus criam paisagens sonoras que conectam passado e presente, tradição e criação, convidando o público a escutar, aprender e celebrar a diversidade cultural brasileira.
Integrando a programação do Festival de Capoeira, a atividade amplia o acesso às culturas populares de matriz africana e fortalece o reconhecimento da Capoeira Angola como patrimônio cultural vivo, espaço de educação, convivência e preservação de conhecimentos que seguem inspirando diferentes gerações.
Doutora em Educação, docente do Departamento de Estudos de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia, historiadora, Mestra de Capoeira Angola e cofundadora do Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Bantu, Mestra Janja dedica sua trajetória à preservação e difusão das culturas afro-brasileiras, atuando há décadas na valorização da Capoeira Angola como prática cultural, educativa e de resistência.
A partir de 6 anos.
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