Duração: 150 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Sala ETA - 4º andar
Data e horário
16/01 a 16/01
O rap como movimento musical de rua é uma das primeiras artes que chegam nas margens da cidade. Na periferia ele se torna uma ferramenta de sobrevivência, onde muitas pessoas buscam e se enxergam através das letras.
Com mediação de Lyryca, Souto e Killa Bi discutem como o RAP impulsiona os processos identitários do povo originário de quebrada. Para encerrar, ambas se apresentam com um mini show, celebrando a vivência indígena na cultura hip hop.
Souto
Artista da etnia Kariu Kariri, compositora e performer, constrói uma obra marcada pela consciência política, força poética e profunda conexão com o tempo presente. Traduz vivências periféricas e ancestrais em narrativas de resistência e identidade. O novo álbum Lunar consolida um novo patamar em sua trajetória e amplia o alcance de sua expressão artística.
Killa Bi
Multiartista e compositora indígena em contexto urbano, natural de Pindamonhangaba (SP). Guiada por sua ancestralidade, traduz o cotidiano com potência e sensibilidade através do rap. Lançou o disco de boom bap É Nosso Tudo o que Eu Olho, uma obra lúdica e imersiva construída em parceria com produtores e instrumentistas independentes.
Lyryca
Indígena em contexto urbano, em retomada do povo Krenak, psicóloga e multiartivista. Como agente da palavra y da preservação da memórya, atua na clínica e no Hip Hop, promovendo saúde y bemvyver.
Atividade integra a exposição KAABOK.
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A atração conta com recursos de acessibilidade: abafadores de ruído e Libras.
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