Foto: Andrea Lalli
Foto: Andrea Lalli

Ornamento, Matéria e Memória

com Andrea Lalli

Belenzinho

Duração: 180 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Galpão Multiuso

Atividade Gratuita. Retirada de senhas com 30 minutos de antecedência.

Data e horário

De 10/02 a 13/02

Terça a Sexta

14h às 17h

Foto: Andrea Lalli
Foto: Andrea Lalli

A partir das questões disparadas pela exposição Ònà Irin: caminho de ferro, da artista Nádia Taquary, esta oficina propõe uma imersão prática e reflexiva acerca de memórias de objetos e relicários familiares que antecederam nossa história. Com base nessas lembranças, as pessoas participantes serão convidadas a criar pequenas imagens ou esculturas ornamentadas, utilizando materiais diversos – como linhas, tecidos, miçangas, fios metálicos e outros elementos de bordado e bijuteria – disponibilizados durante a atividade.

Andrea Lalli (Brasileira, Lowell, EUA, 1995) reside em São Paulo, é artista visual, educadora e pesquisadora. Doutoranda em Artes Visuais (IA – Unicamp), mestra em Poéticas Visuais e Processos de Criação (IA-Unicamp, 2024), especialista em Artes Visuais, Intermeios e Educação (IA-Unicamp, 2022) e bacharela em Ciências Sociais (FFLCH-USP, 2018). Investiga processos autobiográficos em pinturas híbridas com bordados e instalações, tendo em vista histórias de vida compartilhadas através da oralidade e trocas em coletivo, a fim de firmar imagens ornamentadas como estratégia para se posicionar diante de conflitos de apagamentos de memória. Em 2024 realizou sua primeira exposição individual, “Tecituras de fé”, sendo um dos projetos selecionados do 33° Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP). Entre as exposições coletivas que participou, destacam-se: 22º Programa Exposições do MARP, curadoria de Allan Yzumizawa, André Pitol e Nillton Campos, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi (Ribeirão Preto, 2025), Dignidade e Luta: Laudelina de Campos Mello, no IMS – Poços (Poços de Caldas, 2025), curadoria de Raquel Barreto e Renata Sampaio; Chora Agora – Ato I, na Funarte (São Paulo, 2023), curadoria de Vilanismo; Afeiçoar-se, na Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo, 2023) – curadoria de Nilton Campos, entre outras.
Desde 2014 trabalhou como educadora em diversas instituições culturais, tais como a Fundação Bienal de São Paulo, SESCs e CCBB SP, Instituto Tomie Ohtake, entre outras, desenvolvendo vivências, ações e mediações com públicos diversos.

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