Foto: Mateus Rubim
Foto: Mateus Rubim

Orquestra Imperial

Show Baile Imperial

Pompeia

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Local: Comedoria

Ingressos à venda online a partir do dia 3/2, às 17h e nas bilheterias a partir do dia 4/2, às 17h

Foto: Mateus Rubim
Foto: Mateus Rubim

Orquestra Imperial, a Big Band em atividade há 24 anos, em inesquecíveis bailes, shows e festivais por todo o Brasil e pelo mundo. Ao longo da carreira, o grupo já lançou três álbuns, se apresentou na Europa, Estados Unidos e América Latina, e recebeu diversos prêmios, como Bravo!, Prêmio da Música Brasileira e APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

Em seus consagrados bailes, a big band apresenta sucessos do passado das gafieiras como “Obsessão”, “Conselho”, “Sem Compromisso”, “Beija-me”, releituras de clássicos da MPB e da black music e até transforma em salsa e carimbó “Owner of a Lonely Heart” (Yes) e “Stairway to Heaven” (Led Zeppelin), além de autorais de sucesso como “Enquanto a Gente Namora”, “Iara Iarucha”, “Artista é o K”, entre outras delícias. Para bailes-shows carnavalescos, a trupe emenda uma série de marchinhas e sucessos de Rita Lee, João Donato e Erasmo Carlos (projetos recentes do grupo) com aquela animação da gafieira moderna e psicodélica da Imperial.

Com Nina Becker, Emanuelle Araújo e Matheus VK nos vocais, e a volta da cantora Thalma de Freitas à trupe, a Orquestra reúne um dream team de músicos que se revezam, do quilate de Berna Ceppas (teclados e efeitos), Kassin (baixo), Pedro Sá (guitarra), Felipe Pinaud (arranjos, guitarra e flauta), Rubinho Jacobina (piano e vocais), Marcelo Callado e Domenico Lancellotti (bateria), Marlon Sette, Bidu Cordeiro e Mauro Zacharias (trombone), Vander Nascimento e Diogo Gomes (trompete), Zé Maria e Gilberto Pereira (sax), Leo Monteiro (percussão eletrônica), Leo Reis e Vanderlei Silva (percussão), entre outros.

Sobre a Orquestra Imperial

Em 2002, um grupo de amigos se reuniu para realizar um antigo desejo: formar uma típica orquestra de gafieira. A ideia era interpretar um repertório variado, boleros e temas dos anos 60 em novos arranjos. Quando a Orquestra Imperial estreou, reuniu em um só palco representantes das mais diversas vertentes da nova música brasileira e tornou-se uma das maiores sensações da cena cultural carioca, atraindo e animando grande público durante seus concorridos “bailes-shows”.

O palco sempre aberto a participações fez da big band uma sala de estar dos mais diversos estilos musicais, e convidados ilustres foram aparecendo naturalmente: Caetano Veloso, Jorge Mautner, Marisa Monte, Erasmo Carlos, entre outros. Desde então, a Orquestra Imperial construiu uma reputação impressionante, viajando por todo o Brasil e pelo mundo, encantando públicos diversos com sua gafieira plural e contagiante.

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