“PADÊ” explora a manutenção da vida a partir da persistência e do desejo. Quais anseios nos mantêm vivos? Quais movimentos buscamos para encontrar vitalidade? Inspirado na força de Exú, orixá guardião dos caminhos e transformações, Padê se traduz como uma espécie de ritual de regeneração. Através de um jogo de corpos e movimentos, a obra cria um portal entre múltiplas existências.
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