Duração: 60 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Convivência
Gratuito - Sem retirada de ingresso
Datas e horários
01/08 a 29/08
Por meio de um repertório especial que homenageia mestras e mestres da cultura popular, o show apresenta ritmos tradicionais brasileiros que fazem todo mundo dançar. Inclui mediação dançante da Escola das Bonita.
Pé de Manacá convida o público infantil a embarcar em uma viagem pelo universo do São João! Por meio de um repertório especial que homenageia mestras e mestres da cultura popular, o show apresenta ritmos tradicionais brasileiros que fazem todo mundo dançar. Afinal, é impossível não se balançar ao som das batidas do forró, do baião, do xote, do coco de roda, da ciranda e do arrasta-pé, que se juntam ao coro de vozes femininas formando uma verdadeira festa.
Entre uma música e outra, pequenas histórias revelam as origens e curiosidades desses ritmos tão presentes nas festividades juninas. Com interação e ludicidade, o espetáculo une música, poesia, memória e brincadeira, despertando nas crianças (e também nos adultos!) o gosto pelas culturas tradicionais brasileiras.
Pé de Manacá – Com 8 anos de estrada e um álbum lançado em 2023, Pé de Manacá é um projeto das musicistas paulistanas Alice Vaz, Beatriz da Matta, Maria Carolina e Sofia Baroukh que combina a formação do forró-de-rabeca com propostas autorais. O quarteto tem inspirado bailes de forró marcados pela autoria feminina e por arranjos instrumentais e vocais pautados nas matrizes de ritmos tradicionais brasileiros, uma pesquisa que ganha força através dos encontros firmados com artistas e mestres da cultura popular.
Escola das Bonita – Em 2014, a dançarina e pesquisadora Juliana Freire – forrozeira há mais de 20 anos – idealizou o projeto Terceira Categoria, que já trazia uma proposta feminista, anticolonial e anticapitalista no universo do forró. A ideia era simples e revolucionária: criar práticas artístico-pedagógicas que fossem também espaços de reflexão, transformação e protagonismo para quem sempre foi margem. Em um cenário forrozeiro ainda profundamente atravessado por narrativas machistas, a iniciativa sempre buscou tensionar estruturas consolidadas e deslocar centralidades, abrindo espaço para corpos dissidentes, vozes femininas, pessoas LGBTQIAPN+ e todas as identidades que desejam dançar de forma livre, segura e respeitada. Após uma década de caminhada, a dançarina concebeu a Escola das Bonita: um espaço de acolhimento, estudo, arte e movimento. Mais do que ensinar passos, neste espaço, afirma a dança como prática política, pedagógica e coletiva – um território de perguntas, vínculos e reinvenção.
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