Duração: 90 minutos
atividade presencial
Local: Teatro
Vendas online a partir de 3 de março, 17h. Nas bilheterias, dia 4, 17h.
Partindo da alegoria e da concretude de um corpo que corre (no palco, na rua, no trampo, nas montanhas), o espetáculo lança olhares sobre narrativas que se deslocam em possíveis imaginários latino-americanos.
Sustentado por uma encenação arejada, o movimento infinito dos corpos pelo espaço torna-se motor e diapasão de histórias e imagens, nos quais o “corre” se configura como trabalho, deslocamento, coletividade, transcendência, festa, dança, fuga e/ou busca.
Daqui, olhamos de longe para o norte do México, na tentativa de mirar seu povo originário rarámuri, conhecido por correr e caminhar longas distâncias, a fim de nos perguntar: quem somos nós nessa corrida?
Ficha técnica:
Pesquisa e idealização: Coletivo Labirinto
Criação: Abel Xavier, Carol Vidotti, Emilene Gutierrez, Wallyson Mota e Luiz Fernando Marques Lubi
Direção: Luiz Fernando Marques Lubi
Dramaturgia: Abel Xavier
Atuação: Carol Vidotti, Emilene Gutierrez e Wallyson Mota
Artista convidada: Allycia Machaca
Direção musical e trilha original: Caetano Ribeiro
Músicos em cena:
Caetano Ribeiro (guitarra, violão e voz) e Leandro Vieira (percussão e eletrônicos)
Canto: Allycia Machaca
Concepção audiovisual: Luiz Fernando Marques Lubi e Sol Faganello
Mapping, operação de vídeo e câmera: Sol Faganello
Edição de vídeo (Retiro): Tomás Franco
Atuantes: Alexandra Tavares, Camila Cohen, Daniela Alves, João Pedro Ribeiro, Lucas Bernardo, LuzMa Moreira, Paula Petreca, Renan Coelho e Sebastian Santamaria
Coreografia: Paula Petreca
Preparação de atores (Cena Passistas): Rhena de Faria
Cenário: Luiz Fernando Marques Lubi
Cenotécnico: Zé Valdir
Figurino: Emilene Gutierrez e Allycia Machaca
Visagismo: Fábia Mirassos
Adereços: Allycia Machaca
Fantasias de Carnaval: Sérgio Cardoso Lopes
Desenho e operação de luz: Matheus Brant
Técnico e operador de som: Tomé de Souza
Coordenação de ensaio: Madu Arakaki
Fisioterapia: Leandro Faria
Pesquisa e condução do retiro artístico: Elias Cohen
Apoio teórico: Gina Monge Aguilar
Mesas de reflexão: Gina Monge Aguilar, Salloma Salomão, Monica Rodriguez Ulo, Paula Petreca, Paula Narvaez, Elias Cohen, Antonia Moreira, Andrezza Rodrigues e OWERÁ
Fotos: Tomás Franco
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Redes sociais: Jorge Ferreira e Hayla Cavalcanti
Estagiários de produção: Bento Carolina e Mariana Ruiz
Produção: Corpo Rastreado – Leo Devitto
O Coletivo Labirinto é um núcleo de pesquisa e criação cênica formado por artistas que se multiplicam e transitam entre as funções de atuação, performance, direção e produção, a fim de investigar as relações das pessoas com seu panorama social por meio da dramaturgia latino-americana contemporânea.
Criado em 2013, a partir de estudos sobre o enclausuramento dos indivíduos nos grandes centros urbanos latino-americanos (que culminaram, no ano seguinte, na montagem do espetáculo SEM_TÍTULO, com texto do portenho Ariel Farace), o grupo vem desenvolvendo uma trajetória contínua de pesquisa.
O contato com a Trilogia da Revolução, do dramaturgo uruguaio Santiago Sanguinetti, resultou na versão brasileira de Argumento Contra a Existência de Vida Inteligente no Cone Sul.
Na sequência, realizou o projeto Histórias de Nossa América, contemplado pela 35ª edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Por meio desse projeto, o Coletivo Labirinto trouxe à cena dois novos espetáculos: Onde Vivem os Bárbaros, com dramaturgia do chileno Pablo Manzi e direção de Wallyson Mota, e Mirar: Quando os Olhos se Levantam, com direção e dramaturgia de Jé Oliveira.
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