Duração: 180 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Espaço de Tecnologias e Artes
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência.
Data e horário
De 01/03 a 15/03
das 15h às 18h. Exceto dias 8/3 e 7/3
Os participantes pintarão retratos em peças em cerâmica de baixa temperatura, já modeladas pelas educadoras, utilizando-as como suporte para fazer retratos e refletir sobre as próprias memórias. Por meio destes retratos, a oficina visa incentivar a expressão e a representação livre,
As artistas Babi Lopes e Caluz irão apresentar um repertório de referências, com uma lista de ceramistas brasileiros tradicionais, para inspirar os participantes em suas criações. Os participantes irão produzir uma pintura em uma peça de cerâmica, que será queimada pelas educadoras posteriormente, e poderá ser retirada, em data combinada, no Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc Santana.
Babi Lopes é grafiteira e muralista. Formada em Artes Visuais e Design de Moda, estuda História da Arte na Unifesp (Guarulhos). Sua arte expressa afetos por meio de murais, graffiti, pinturas em tela, ilustrações e esculturas. Em sua pesquisa mais recente, investiga os trânsitos territoriais, o corpo como território e as conexões individuais e coletivas com a terra. Já realizou trabalhos de ilustração para o Sesc Guarulhos e Museu das Favelas. Em 2023, realizou sua primeira empena no CEU Esperança Garcia, além de um mural no CRPIR (Centro de Referência e Promoção da Igualdade Racial), projetos realizados com recursos do MAR (Museu de Arte de Rua) de São Paulo. Em 2024, foi selecionada para participar do festival “Nosotras Estamos en La Calle“ no Peru, com um mural na cidade de Urubamba, no Vale Sagrado.
Caroline Miranda Bastos Luz, conhecida como Caluz, é artista visual,
muralista e arte-educadora residente na zona norte de São Paulo. Formada em
Artes Visuais, pós-graduada em Arte Educação, atua principalmente no graffiti e na educação desde 2013. Sua poética visual é ligada às mulheres racializadas brasileiras, especialmente nas memórias afetivas e nos saberes transmitidos por linhas familiares matriarcais. Suas obras misturam retratos afetivos de nossas mães, avós, irmãs, símbolos de brasilidade, exaltando histórias cotidianas que atravessam o tempo com sensibilidade e força. Sua pesquisa investiga relações entre território, memória e cultura popular, explorando máscaras, festas populares, religiosidades, cerâmica e simbologias da terra, entre as raízes e a ancestralidade. Caluz já colaborou com instituições e projetos como: Fábricas de Cultura, Itaú Cultural, Pimp My Carroça, Perifacon e Sesc, além de desenvolver projetos autorais para algumas marcas.
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. 20 vagas por dia
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.