Ana Beatriz Lima, Marcio Folha, Cláudia Nwabasili, Roges Doglas Luis Ferron e debatem processos de criação em Dança
Ana Beatriz Lima, Marcio Folha, Cláudia Nwabasili, Roges Doglas Luis Ferron e debatem processos de criação em Dança

Processos de criação: tradição e contemporaneidade

com AYA Cia de Dança, Cia Pé no Mundo e Luis Ferron

Modos de Existir

Santo Amaro

Duração: 150 minutos

A10

atividade presencial

Grátis

Local: Teatro

Data e horário

De 18/04 a 18/04

18/04 • Sábado • 16h00
Ana Beatriz Lima, Marcio Folha, Cláudia Nwabasili, Roges Doglas Luis Ferron e debatem processos de criação em Dança
Ana Beatriz Lima, Marcio Folha, Cláudia Nwabasili, Roges Doglas Luis Ferron e debatem processos de criação em Dança

Neste encontro, Ana Beatriz Lima e Marcio Folha (da AYA Cia de Dança) se reúnem com Cláudia Nwabasili e Luis Ferron para debater processos de criação em Dança. Os convidados compartilham suas trajetórias e dialogam sobre pesquisa, trabalhos e possibilidades da linguagem relacionando tradição e contemporaneidade.

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Ana Beatriz Lima é geógrafa, atleta e artista DEF e Marcio Folha é Capoeira e Alabê – juntos, eles formam a AYA Cia de Dança, fundada em 2024. O nome da companhia carrega um significado muito especial, pois Aya é um símbolo Adinkra, representado pela samambaia, uma planta muito presente na infância do casal. Como a samambaia é uma planta que consegue crescer em lugares difíceis, o AYA é o símbolo da independência, resistência, perseverança e da ginga em lidar com situações adversas. Suas coreografias confluem a dança em cadeira de rodas, as danças urbanas, a dança afro, a capoeira e as danças a dois. Também praticam a dança esportiva, o jazz e a dança contemporânea.

Cláudia Nwabasili  e Roges Doglas são idealizadores, diretores e coreógrafos os bailarinos da Cia Pé no Mundo. Companhia fundada na busca por representatividade negra no cenário da dança contemporânea. Sua linguagem de dança se baseia em pesquisas práticas e teóricas sobre o diálogo entre manifestações afro-indígenas brasileiras com a dança contemporânea.

A CIA PÉ NO MUNDO, foi inaugurada em 2012 e tem como idealizadores, diretores e coreógrafos os bailarinos Cláudia Nwabasili e Roges Doglas.

Luis Ferron é artista da dança, mantém sua linha de pesquisa focada em diversidades corporais e culturais como mote primordial destinado a criação cênica. Com a intenção de explorar potencialidades e expressividades artísticas, trás como característica principal o diálogo entre arte, espiritualidade e tradições encontradas em diversas formas nas culturas brasileiras. Nesse contexto, em especial: tambores, batuques e o carnaval como rito espetacular. Ao longo da sua carreira dirigiu projetos de criação e difusão da dança cênica desenvolvendo parcerias e criações junto a diversos grupos e artistas do território nacional.

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