Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

Raízes Do Choro Nordestino

Instrumental Sesc Brasil

Consolação

Duração: 90 minutos

AO VIVO
L

atividade presencial e online

Local:  Teatro Anchieta

YouTube Instrumental Sesc Brasil

Você também pode adquirir seu ingresso nas bilheterias a partir das 14h do dia 14/7

Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

O show inédito celebra o choro nordestino através de um repertório dedicado a mestres como Sivuca, Dominguinhos, Canhoto da Paraíba, Luiz Gonzaga e Moacir Santos, destacando as riquezas rítmicas e melódicas da região fundamentadas no gênero choro. Com Alexandre Rodrigues (pífano), Filpo Ribeiro (rabeca), Laís de Assis (viola caipira), Luizinho Calixto (sanfona de oito baixos) e 4 músicos.

A apresentação inédita celebra o choro nordestino através de um repertório dedicado a mestres como Sivuca, Dominguinhos, Canhoto da Paraíba, Luiz Gonzaga e Moacir Santos, destacando as riquezas rítmicas e melódicas da região, fundamentadas no gênero choro.

O diferencial do show está na formação única e inusitada, com Alexandre Rodrigues no pífano, Filpo Ribeiro na rabeca, Laís de Assis na viola caipira e Luizinho Calixto na sanfona de oito baixos ¿ instrumentos profundamente enraizados na cultura popular nordestina, que aqui ganham centralidade. A proposta é valorizar essas sonoridades originais dentro de uma linguagem instrumental que conecta tradição e contemporaneidade.

___

Luizinho Calixto (sanfona de oito baixos)
É um dos mais importantes e inovadores sanfoneiros de oito baixos do Brasil. Com uma trajetória marcada pela vivência familiar e pelo domínio técnico da sanfona, ele conviveu e tocou com ícones da música brasileira como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca. Pioneiro, foi o primeiro artista a cantar e se acompanhar ao vivo com a sanfona de oito baixos na afinação nordestina, trazendo harmonia a um instrumento até então usado apenas para solos.

Gravou seu primeiro disco em 1975 e, desde então, lançou diversos álbuns, além de criar o primeiro método didático para a sanfona de oito baixos. Como professor, ministra aulas na UEPB e coordena projetos de formação cultural. Seu trabalho alia tradição e inovação, mantendo viva a cultura nordestina e influenciando novas gerações de músicos no Brasil e no exterior.

Laís de Assis (viola caipira)
Multiartista pernambucana, Laís é violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora, com atuação marcante na música instrumental brasileira contemporânea. Seu trabalho explora as ancestralidades nordestinas através da viola de dez cordas, combinando ponteados tradicionais com improvisos ousados. Com um currículo extenso em festivais nacionais e internacionais, é autora do disco Ressemântica e já foi premiada e reconhecida como uma das principais representantes da nova geração da viola brasileira.

Alexandre Rodrigues (pífano)
Natural de Itapissuma (PE), é uma das vozes inovadoras da música instrumental brasileira atual. Além de instrumentista, é também construtor de pífanos, trazendo novas possibilidades sonoras para esse instrumento ancestral; também publicou recentemente seu método de estudo de pífano. O trabalho musical de Alexandre funde raízes afro-indígenas nordestinas com práticas experimentais e improvisações. Tem dois álbuns lançados: Pife Urbano (2020) e Kaeté (2025).

Filpo Ribeiro (rabeca)
Instrumentista e luthier, Filpo atua há mais de 20 anos pesquisando e tocando instrumentos da tradição popular como rabeca, marimbau e viola caipira. Tem forte atuação em projetos voltados à cultura popular brasileira e à preservação da rabeca como instrumento vivo e múltiplo. Já colaborou com Naná Vasconcelos, Zeca Baleiro e Banda de Pífanos de Caruaru, entre outros artistas, e levou a rabeca brasileira a países como Alemanha, Japão e Espanha. Seu trabalho une tradição oral, pesquisa e expressividade musical.

Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.