Roda de Conversa Vivências Lésbicas Periféricas - Divulgação
Roda de Conversa Vivências Lésbicas Periféricas - Divulgação

Roda de conversa: Vivências lésbicas periféricas

Com Ana Paula Rodrigues e Susane Almeida

Itaquera

L

atividade presencial

Grátis

Local:  ESPAÇO DE LEITURA

Data e horário

15/08 a 15/08

15/08 • Sábado • 13h00
Roda de Conversa Vivências Lésbicas Periféricas - Divulgação
Roda de Conversa Vivências Lésbicas Periféricas - Divulgação

A roda de conversa Vivências lésbicas periféricas convida o público a mergulhar em relatos potentes de mulheres lésbicas que constroem suas trajetórias nas periferias. Em um espaço seguro e acolhedor, serão compartilhadas experiências que atravessam questões de afeto, identidade, pertencimento e resistência, evidenciando os desafios e também as potências de existir e criar nessas realidades.

A atividade busca fortalecer redes de apoio, promover a escuta ativa e valorizar saberes produzidos a partir das vivências periféricas, muitas vezes invisibilizadas. Entre memórias, atravessamentos e celebrações, a roda propõe um encontro coletivo em que a palavra circula como ferramenta de reconhecimento, cuidado e transformação, reafirmando a importância da cultura lésbica como espaço de expressão, luta e criação de novos futuros.

Com Ana Paula Rodrigues e Susane Almeida

Ana Paula Rodrigues Nascimento, conhecida como Brooklyn, é assistente social formada, mulher preta e periférica, atuante na defesa dos direitos humanos, com ênfase na garantia de direitos da pessoa idosa e na inclusão digital. É membra do coletivo ABL e atua como mestre de cerimônia do evento Das Entendidas, fortalecendo espaços de visibilidade, cultura e resistência lésbica negra. Desenvolve trabalhos voltados à promoção da autonomia por meio da tecnologia, ao enfrentamento das violências de gênero, raça e sexualidade e ao fortalecimento de ações comunitárias em territórios periféricos. Atua a partir de uma perspectiva crítica, antirracista e feminista, comprometida com a transformação social.

Susane Almeida é uma mulher preta de axé, 28 anos, taurina, mãe, lésbica, pedagoga de formação e uma mulher gorda. Leva sua ancestralidade por onde passa e transforma afeto em beleza e sabor: é trancista, designer de sobrancelhas, maquiadora e confeiteira apaixonada. Ativista na luta pelos direitos humanos das mulheres, especialmente das mulheres lésbicas, participa da construção do movimento de mulheres lésbicas e bissexuais, fortalecendo redes, afetos e caminhos de resistência.

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