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Saberes indígenas: vozes e territórios conversam sobre o futuro

Com Lenin Alfonso Morales (Gunadule/Panamá) e Elizângela da Silva Costa (Baré/Rio Negro)

Avenida Paulista

Duração: 120 minutos

18

atividade presencial

Grátis

Local: Tecnologias & Artes (4° andar)

Entrega de ingressos no local com 30 minutos de antecedência.

Data e horário

26/03 • Quinta • 19h00
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Os pesquisadores abordarão a relação entre cosmopolíticas do cuidado, saúde, alimentação, corpo-território e continuidade da vida.

O encontro terá como foco a relação entre cosmopolíticas do cuidado, saúde, alimentação, corpo-território e continuidade da vida, especialmente em tempos de colapso climático. Os pesquisadores convidados guardam em suas trajetórias um conjunto de mundos, cosmovisões, pesquisas e experiências que expandem aquilo que chamamos hoje de conhecimento.

Esta proposta busca responder a perguntas que não são apenas acadêmicas, mas existenciais: Como os povos indígenas sustentam a vida em tempos de destruição planetária? Como a terra, o corpo, a floresta e a alimentação se tornam medicina? Que futuros se abrem quando a ciência ouve outros mundos? Serão abordados temas como as medicinas tradicionais, agroflorestas, governança comunitária, curas que vêm da floresta, rios que ensinam, corpos que lembram, cidades que respiram através de nós. Nesse sentido, não se trata apenas do passado e do presente, mas do futuro e do futuro como algo que existe porque há povos que não deixaram de cuidar da Terra.

Lenin Alfonso Morales (Gunadule/Panamá) é pesquisador indígena Gunadule e doutorando em Saúde Pública na USP. Trabalha com metodologias participativas e epistemologias territoriais a partir do nexo água-energia-alimento (WEF). Sua pesquisa aborda adaptação climática e cuidado territorial, cosmopolítica e reciprocidade entre humanos e não humanos na Comarca de Guna Yala.

Elizângela da Silva Costa (Baré/Rio Negro) é socióloga Baré e doutoranda em Saúde Pública na USP. Atuou e integra projetos transdisciplinares de cosmopolíticas do cuidado. Ex-presidenta da AMIARN, pesquisa narrativas femininas, cestos de conhecimento e transmissão intergeracional no Alto Rio Negro. Trabalha com saúde pública, retomada de saberes e curas que atravessam corpo e floresta.

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