Foto: Camilo Barbosa
Foto: Camilo Barbosa

São Paulo Companhia de Dança

Odisseia (Joëlle Bouvier); O Canto do Rouxinol (Marco Goecke); Gnawa (Nacho Duato)

Reabertura do Teatro Sesc Santos

Santos

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Local: Teatro

Venda nas bilheterias a partir de 04/02, às 17h

Foto: Camilo Barbosa
Foto: Camilo Barbosa

Reconhecida pela crítica como uma das mais prestigiadas companhias de dança da América Latina, a São Paulo Companhia de Dança traz programa com três obras de grandes coreógrafos internacionais: O Canto do Rouxinol (2023), de Marco Goecke; Odisseia (2018) de Joëlle Bouvier; Gnawa (2009) de Nacho Duato. 

Odisseia – 37 minutos
Odisseia é uma viagem, um reencontro consigo mesmo. Movida pela
questão dos migrantes da atualidade, a coreógrafa constrói uma estrutura dramática e poética que aborda temas como mudança, transição, partida e a esperança de uma vida melhor. 
Coreografia: Joëlle Bouvier
Músicas: Trechos de Bachianas Brasileiras,de Heitor Villa Lobos; trechos de
Paixão Segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach; Melodia
Sentimental, de Villa Lobos (letra de Dora Vasconcellos); poema Pátria Minha, de Vinícius de Moraes; e texto de Irène Jacob.
Iluminação: Renauld Lagier
Figurino: Fábio Namatame
Assistentes de coreografia: Emilio Urbina, Rafael Pardillo 

O Canto do Rouxinol – 22 min
Segundo Marco Goecke, “os ingredientes desta peça são: um canto, um
pássaro, a urgência de voar, a natureza que vive e morre, a fragilidade que
é leve como uma pluma. Uma peça que está no ar, que é um sopro. Se
pudéssemos segurar um pássaro na mão, sentiríamos o seu tremor, sua
vontade de fugir, sua fragilidade aliada a um poder que nos permite ter
vontade de voar também”.
Coreografia e Cenografia: Marco Goecke
Remontagem: Giovanni di Palma
Música: Le Chant du Rossignol, de Igor Stravinsky
Luz: Udo Haberland
Figurinos: Michaela Springer

Gnawa – 20 minutos
Gnawa é uma peça que utiliza os quatro elementos fundamentais –
água, terra, fogo e ar – para tratar da relação do ser humano com o
universo. A obra apresenta o reiterado interesse de Nacho Duato pela
gravidade e pelo uso do solo na constituição de sua dança. 
Coreografia: Nacho Duato
Música: Hassan Hakmoun, Adam Rudolph, Juan Alberto Arteche, Javier
Paxariño, Rabih Abou-Khalil, Velez, Kusur e Sarkissian
Iluminação: Nicolás Fischtel
Figurino: Luis Devota, Modesto Lomba
Remontagem: Hilde Koch Tony Fabre(1964-2013)
Organização e produção original: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Espanha)

Limite de até 4 ingressos por pessoa.

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