Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

Sinapses Poéticas – AUTOFRICÇÃO: “Adalgisa Nery – Dor, delírio e palavra”

Com Mar Becker e Jocasta Germano. Direção artística e co-mediação: Eduardo Beu

14 Bis

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local: Biblioteca - Piso térreo

Data e horário

De 25/02 a 25/02

25/02 • Quarta • 19h00
Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

Nos livros “A Imaginária” e “Neblina”, a brasileira Adalgisa Nery tensiona o íntimo até que ele se torne paisagem cósmica, criando uma poética de combustão entre o amor, o desamparo e a consciência política. Nesta apresentação literária, a escritora Mar Becker herda de Adalgisa Nery a força da palavra que emerge da ferida, transformando emoção em pensamento poético.

Criado em 2019, o projeto Sinapses Poéticas articula literatura, performance e escuta a partir de um diálogo que atravessa épocas, vozes e estéticas. Escritores, escritoras e artistas reativam e expandem a poética da palavra, criando sinapses entre suas obras e as dos artistas homenageados e expandindo o campo da literatura. Nesta edição, o projeto se debruça sobre artistas que não se acomodam em um gênero ou suporte, aproximando fronteiras e criando faíscas. Esta autofricção trabalha nas bordas entre confissão e ficção, unindo escrita, voz e corpo em uma mesma criação.

Mar Becker – convidada
Poeta brasileira gaúcha radicada em São Paulo. Seu primeiro livro de poemas foi “A mulher submersa” (2020), finalista do prêmio Jabuti e vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, aclamado por exposições densas de vida e corpo feminino na experiência cotidiana. Em 2022, lança “Sal” pela Assírio & Alvim, seguido por “Canção derruída” (2023) também lançado em Portugal, “Cova profunda é a boca das mulheres estranhas” (2024) e o mais recente “Noite Devorada” (2025).

Jocasta Germano – mediação e performance
Atriz, multiartista com ênfase nas artes cênicas, visuais e na arte-educação, formada em Licenciatura em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Seu trabalho mais recente no teatro foi na peça “Avenida Paulista da Consolação ao Paraíso”, dirigida por Felipe Hirsch (2025).

Eduardo Beu – direção artística e mediação
Artista visual, DJ, jornalista, cuja prática opera no intervalo friccionado entre imagem, corpo, som e texto. Seu trabalho se articula como um gesto entre-linguagens, um campo onde suportes (projeções, literatura, ato de fala, instalações sonoras) se misturam, se desfazem e se recombinam em paisagens sensoriais, políticas e afetivas. É o criador e idealizador dos projetos “Trovadores do Miocárdio”, “Black Poetry”, “Sinapses Poéticas”, “Nervo Óptico” e “Aural: Poesias Ressonantes”.

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