Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

Sinapses Poéticas – AUTOFRICÇÃO: “Laurie Anderson – Voz, Corpo e Eletricidade”

Com Letrux e Malu Maria. Direção artística e co-mediação: Eduardo Beu

14 Bis

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local: Biblioteca - Piso térreo

Data e horário

De 04/02 a 04/02

04/02 • Quarta • 19h00
Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

Em suas obras, a norte-americana Laurie Anderson transforma a voz em matéria escultórica, uma fusão entre literatura e eletrônica que cria “eu sonoro”, um “eu intercambiável” que fala com máquinas. Isso está explícito nas letras de suas canções. Nesta apresentação literária, um híbrido de conversa, performance e audição de LP’s de poesia, a cantora, compositora e escritora Letrux traz seu pensamento sobre a Laurie Anderson, trazendo lampejos poéticos entre ela e parte de sua obra.

Criado em 2019, o projeto Sinapses Poéticas articula literatura, performance e escuta a partir de um diálogo que atravessa épocas, vozes e estéticas. Escritores, escritoras e artistas reativam e expandem a poética da palavra, criando sinapses entre suas obras e as dos artistas homenageados e expandindo o campo da literatura. Nesta edição, o projeto se debruça sobre artistas que não se acomodam em um gênero ou suporte, aproximando fronteiras e criando faíscas. Esta autofricção trabalha nas bordas entre confissão e ficção, unindo escrita, voz e corpo em uma mesma criação.

Letrux – convidada
Cantora, compositora, performer e escritora carioca, se consolidou como uma das vozes mais inventivas da música independente contemporânea. Letrux escreve cantando e canta escrevendo, sem separar letra de gesto, poema de palco, voz de pensamento. Teve discos premiados da nova cena brasileira. No campo literário, publicou os livros “Zaralha – abri minha pasta” (2015) e “Tudo que já nadei” (2021), além do romance/coleção de contos “Bricandeiras à parte”(2025), articulando música e escrita em sua poética particular. Sensível a questão do nosso tempo, sua obra combina lirismo, ironia e intensidade emocional, atravessando música, palavra e performance.

Malu Maria – mediação e performance
Cantora, compositora, performer e arte educadora, formada em teatro, performance e artes do corpo, Malu transita entre música e poesia desde a juventude, tendo trabalhado como artista circense e estudado dança. Seu álbum de estreia foi “Diamantes na Pista” (2018). Seu mais recente é “Nave Pássaro” (2024).

Eduardo Beu – direção artística e mediação
Artista visual, DJ, jornalista, cuja prática opera no intervalo friccionado entre imagem, corpo, som e texto. Seu trabalho se articula como um gesto entre-linguagens, um campo onde suportes (projeções, literatura, ato de fala, instalações sonoras) se misturam, se desfazem e se recombinam em paisagens sensoriais, políticas e afetivas. É o criador e idealizador dos projetos “Trovadores do Miocárdio”, “Black Poetry”, “Sinapses Poéticas”, “Nervo Óptico” e “Aural: Poesias Ressonantes”.

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