Sirât acompanha um pai e seu filho que chegam a uma rave nas montanhas do sul do Marrocos em busca de Mar, desaparecida há meses. Em meio à música eletrônica, ao deslocamento constante e a uma atmosfera desconhecida, eles seguem um grupo rumo ao deserto na esperança de reencontrá-la.
A travessia transforma a busca em experiência marcada por tensão, encontro e incerteza. Entre paisagens áridas e relações provisórias, o filme constrói uma narrativa sobre ausência, deslocamento e os vínculos que persistem mesmo diante do desconhecido.
É um filme contemporâneo que explora temas de identidade, fé e dilemas morais em contextos modernos. A produção se destaca por sua abordagem artística e simbólica, que combina elementos do drama psicológico e da narrativa espiritual. É reconhecido por sua estética contemplativa e por abordar questões existenciais universais. Concorreu ao Oscar 2026 em duas categorias: Melhor Filme Internacional e Melhor Som e representou a Espanha na premiação.
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