Cred: Acervo Cidade Invertida
Cred: Acervo Cidade Invertida

Solargrafia: fotografando os rastros do Sol

com Cidade Invertida, coletivo de fotografia

Celestiais

24 de Maio

Duração: 180 minutos

AL

atividade presencial

R$ 7,00 Credencial Plena
R$ 12,00 Meia entrada
R$ 24,00 Inteira

Local: Oficinas - 6º Andar

Inscrições a partir de 01/07 para credencial plena. 03/07 para público geral.

Datas e horários

15/07 a 29/07

15/07 • • 14h00
22/07 • • 14h00
29/07 • • 14h00
Cred: Acervo Cidade Invertida
Cred: Acervo Cidade Invertida

O curso explora a solargrafia com câmeras pinhole artesanais. Ao longo dos encontros, o grupo constrói as câmeras, define pontos de instalação e as mantém por 21 dias registrando o percurso do sol. No último encontro, as imagens são processadas, revelando os rastros solares. A proposta une fotografia, ciência e arte em uma experiência coletiva sobre tempo, luz e observação.

A ação faz parte do projeto Celestiais, que propõe investigar as múltiplas formas de relação das pessoas com o céu, os astros e o cosmos. A partir de uma programação diversa, o projeto convida o público a refletir sobre como diferentes culturas, saberes e linguagens interpretam os fenômenos celestes e constroem sentidos sobre o universo.

*Visando uma boa experiência em sala, há a tolerância de atraso de 30 minutos no primeiro dia de aula. Caso a pessoa inscrita chegue após esse horário, poderá perder a vaga no curso*

 

Sobre os proponentes:

Ricardo Hantzschel é Mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pós-graduado pelo Centro Universitário Senac e formado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Foi docente no Senac (2000-2015). Premiado com o Prêmio Funarte Marc Ferrez (2014) e o Prêmio Porto Seguro de Fotografia (2003). Idealizou a ação Cidade Invertida, premiada por órgãos culturais de SP.

Maurício Serrani Sapata nasceu em São Paulo, Maurício Sapata atua como fotógrafo desde 2012. Formado em Marketing e em Desenho de Comunicação pela Etec Carlos de Campos, utiliza a fotografia pinhole em projetos autorais e educativos. Pesquisa e ministra oficinas em processos históricos como cianotipia, colódio e calótipo, além de preservação da fotografia analógica. Integra o coletivo Cidade Invertida e criou o projeto “Câmera Caixote”, inspirado na lambe-lambe.

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