Crédito: Nadja Kouchi
Crédito: Nadja Kouchi

Sui Generis

Criação, Direção e Interpretação: Diogo Granato

Crédito: Nadja Kouchi
Crédito: Nadja Kouchi

O solo de dança de Diogo Granato emerge como uma profunda reflexão sobre a individualidade e a aceitação das peculiaridades como forças motrizes na construção da identidade artística. A obra transcende a mera execução de movimentos, configurando-se como uma jornada de autoconhecimento e libertação das amarras comportamentais impostas pela sociedade.

Esse trabalho não se encaixa em gêneros, não cabe em compartimentos, construções e conceitos externos.
A Busca Pelo Pertencimento e a Celebração da Singularidade, desde os primórdios da civilização, o ser humano busca incessantemente o pertencimento a grupos e ideologias que moldam sua visão de mundo e suas interações sociais. Seja através da religião, da política, da sexualidade, do gênero ou da etnia, a necessidade de se encaixar em padrões estabelecidos define as experiências individuais em diversas esferas da vida.

No entanto, o solo de Granato propõe uma inversão dessa lógica, direcionando o foco para aquilo que foge aos padrões, para o que é único e intransferível em cada indivíduo. A dança sui generis emerge da celebração da singularidade, daquilo que é inerente à história de vida, ao corpo e à arte de cada pessoa.


Criação, Direção e Interpretação: Diogo Granato
Luz: Marcelo Esteves
Tecelagem: Alexandre Heberte
Produção: Amanda Chaptiska (Chaps)

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