A oficina propõe uma análise crítica das relações entre território, classe social e racismo ambiental, a partir da economia política. Compreende o território como expressão das relações sociais no capitalismo brasileiro, evidenciando como a apropriação desigual da natureza e do espaço se articula à exploração de classe e ao legado colonial-racista.
Ao discutir a produção social do espaço, a proposta aborda a exposição desigual de populações a riscos ambientais, processos de expropriação e negação de direitos. Busca fortalecer a reflexão crítica e oferecer subsídios para a atuação política em defesa do território, da vida e da justiça socioambiental.
A oficina ‘Território, racismo ambiental e classe social: contribuições para uma análise crítica’ faz parte da 8ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária/1º Jornada pela Soberania Popular na Mineração no Brasil, uma pareceria entre o Sesc Franca e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) da Unesp Franca.
Minibio:
Amabile Maria de Moura Passos é assistente Social. Professora no curso de Bacharelado em Serviço Social da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) – Unidade Passos. Doutoranda e mestra em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Campus Franca. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas Marxistas (GEPEM) e do Grupo de Pesquisas em Meio Ambiente, Desenvolvimento e Crise do Capital, ambos credenciados pelo CNPq, e do Grupo de Estudos Relações Raciais e Marxismo. Representante Regional Discente de Pós-Graduação (Suplente) da ABEPSS Sul II e integrante do Grupo Temático de Pesquisa (GTP) Questão Agrária, Urbana e Ambiental da ABEPSS (2025-2026).
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.