Duração: 240 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Pracinha
Data e horário
De 01/03 a 29/03
Das 11h às 15h.
Venda de legumes, hortaliças, frutas, ervas, artesanatos e produtos beneficiados, produzidos com práticas agroecológicas que valorizam a sustentabilidade.
Nesta edição, foca-se na agroecologia periurbana como ferramenta para criar um novo futuro. A escolha dos expositores reflete práticas que aliam produção de alimentos, laços afetivos e cultura para repensar modos de produção e relações de trabalho.
Em cada dia de feira, três coletivos estarão expondo e vendendo seus produtos, abertos para trocas de experiências e conversas com o público.
Sobre os coletivos
Terra e Liberdade: cooperativa do setor de produção da Regional Grande São Paulo do MST, desde 2016 fazendo entregas de cestas, divulgando a reforma agrária na capital e região metropolitana, organizando grupos de consumos militantes e apoiando mutirões e a produção;
As Marielles: coletivo de mulheres produtoras rurais e artesãs do acampamento Marielle Vive do MST, localizado em Valinhos, resistindo na luta desde 2018, combatendo o patriarcado e suas micro e macro violências desde uma perspectiva feminista, produzindo arte, cultura e alimentos;
RAMA – Rede Agroecológica de Mulheres Agricultoras da Barra do Turvo: Coletivo de mais de 70 mulheres produtoras familiares, assentadas e quilombolas, da região do Vale do Ribeira, que pensam o trabalho e cuidado com a natureza. Suas raízes e compromissos são com a agroecologia, o feminismo, a economia solidária, a soberania alimentar, a defesa de seus territórios e modos de vida, o combate ao racismo e a todas as formas de violência.
RAPPA – Rede de Agricultoras Periféricas Paulistanas Agroecológicas: Rede informal, horizontal e autogestionada que conecta mulheres agricultoras, técnicas e pesquisadoras da cidade de São Paulo e região metropolitana. Seguem como base os princípios da agroecologia, da economia feminista e solidária, da auto-organização e do combate a qualquer tipo de violência de gênero.
COOTRASP – Cooperativa Multiprofissional de Assessoria, Produção, Industrialização e Comercialização dos Assentamentos de Reforma Agrária: Cooperativa que tem o objetivo de organizar a produção e comercialização de alimentos de assentamentos da reforma agrária do estado de São Paulo. Ela exemplifica o papel das cooperativas no fortalecimento do cooperativismo, da agroecologia e da geração de renda para famílias assentadas, muitas vezes em parceria com outras organizações e programas governamentais e não governamentais
Agroecologia Dom Tomás Balduíno: Grupo de produtoras e produtores do assentamento em São Roque que se organizou para retomar os processos associativos no território, bem como a disseminação da produção agroecológica, avançando para certificação. Produzem também fitoterápicos, artesanato, ovos e produtos beneficiados simples.
APAIA – Associação dos Produtores Agrícolas Irmã Alberta: Grupo de produtoras e militantes da Comuna da Terra Irmã Alberta, acampamento de reforma agrária emblemático localizado no município de São Paulo, resistindo há 23 anos na luta pela terra, recuperação de nascentes e solo e produção agroecológica.
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