Conheça as ações de sustentabilidade do Sesc São Paulo

12/05/2026

Compartilhe:

Acessibilidade na Natureza – Reserva Natural Sesc Bertioga | Foto: Matheus José Maria

O Sesc São Paulo incorpora a sustentabilidade como um eixo transversal que atravessa suas ações culturais, educativas, sociais e operacionais. Com uma abordagem que considera o bem-estar das pessoas, o respeito à natureza, a conservação e a promoção de uma cultura de responsabilidade coletiva, a instituição mobiliza públicos diversos para refletir e agir em prol de um futuro mais justo e equilibrado. O alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas reforça o compromisso institucional com uma agenda socioambiental global e integrada.

Da arquitetura das unidades à alimentação servida nas Comedorias, da gestão de resíduos à escolha de fornecedores, a sustentabilidade é pensada de forma prática, cotidiana e educativa. Além de aplicar soluções técnicas para reduzir impactos, o Sesc investe na formação de equipes, na escuta de comunidades e em estratégias de sensibilização que estimulam hábitos mais responsáveis. A atuação é contínua, adaptada a diferentes territórios e em permanente diálogo com redes de colaboração.

Para o diretor regional do Sesc São Paulo, Luiz Galina, “A sustentabilidade é um eixo estruturante da atuação da instituição. Ela está presente de forma transversal em nossas ações culturais, educativas, sociais e operacionais, refletindo o compromisso com a construção de um futuro mais justo, equilibrado e responsável. Ao integrar práticas sustentáveis à rotina das unidades e ao diálogo com os territórios, reafirmamos nosso papel como agente mobilizador de transformações que valorizam a vida em todas as suas formas.”

Educação para a Sustentabilidade

A responsabilidade com a conservação e a recuperação ambiental, bem como a formação de valores e atitudes para a cidadania, orientam a ação da área de Educação para a Sustentabilidade. Construir processos que sensibilizem, informem e ampliem a percepção sobre as relações de interdependência entre sociedade e natureza passam pelo compartilhamento de conhecimentos e experiências que podem melhorar a qualidade de vida das pessoas e do ambiente em que vivem.

As ações são permanentes e transversais, desenvolvidas com base em pesquisa e interlocução com diversas áreas e com o território onde as unidades estão inseridas. Encontros presenciais e virtuais, vivências, oficinas, cursos, receptivo de grupos nos espaços educadores, Centros de Educação Ambiental (CEAs) e na Reserva Natural Sesc em Bertioga são modalidades presentes na programação. Algumas unidades contam com certificações ambientais, as quais passam a ser elementos da mediação educativa, assim como a proposta paisagística, que traduz o entendimento das áreas verdes como espaços educadores, aliando biodiversidade, convivência, interação e contemplação.

Centros de Educação Ambiental

Os Centros de Educação Ambiental (CEAs) foram criados com o intuito de oferecer ao público espaços permanentes de referência para a reflexão e realização de dinâmicas educativas relacionadas às questões socioambientais e de sustentabilidade. Com estruturas interativas que permitem tanto a visitação espontânea, quanto a visita mediada – oferecida a escolas, grupos e outras instituições –, os CEAs aproximam o público de reflexões sobre o território e abordam a complexidade das inter-relações locais e globais.

CEA Bertioga – O tema “Entre a Serra e o Mar” é o ponto de partida para discutir as questões socioambientais da região de Bertioga, no litoral do estado. Ao visitar o CEA do Centro de Férias Sesc Bertioga, o primeiro a ser implantado em 2008, é possível conhecer a geografia da região por meio de uma imagem de satélite panorâmica, observar os contornos da faixa de areia, os principais rios, as matas de restinga, a fauna e o acentuado relevo da Serra do Mar.

CEA Guarulhos – Com o tema “Territórios em Transformação”, o objetivo do CEA desta unidade do Sesc, inaugurado em 2019, é criar conexões entre as pessoas e o meio ambiente. Por meio de minidocumentários e de projeções mapeadas sobre uma maquete topográfica em telas de realidade aumentada, o espaço permite que o público saiba mais sobre hidrografia, relevo, fauna, flora, ocupação urbana e a presença de áreas florestais preservadas.

CEA Mogi das Cruzes – O enfoque do CEA desta unidade do Sesc, implantado em 2021, está na relação cidade-campo, uma vez que o município se destaca enquanto polo produtor de alimentos, ao mesmo tempo em que é uma densa região urbanizada. Dessa forma, esses dois perfis de habitantes compartilham do mesmo território de modo a manter uma relação de trocas. Este espaço foi concebido a partir de técnicas de bioconstrução.

Áreas verdes

As áreas verdes são elementos fundamentais para a experiência nos espaços do Sesc. Com mais de 4 milhões e 600 mil m² de vegetação sob cuidado, bosques, áreas de proteção permanentes, jardins, hortas, viveiros e canteiros promovem o bem-estar físico e mental dos frequentadores, além de contribuírem para a biodiversidade urbana e para a regulação térmica das unidades. A escolha das espécies vegetais valoriza a flora nativa e o manejo sustentável.

Esses espaços também são utilizados como recursos pedagógicos, integrando ações educativas e culturais voltadas às infâncias, à alimentação, ao meio ambiente e à saúde. Hortas agroecológicas, plantas alimentícias não convencionais (PANCs), compostagem e oficinas práticas promovem a reconexão com os ciclos naturais e a compreensão dos impactos de nossas escolhas cotidianas sobre o planeta.

Reserva Natural Sesc Bertioga

Criada em 2016, a Reserva Natural Sesc Bertioga é um importante remanescente florestal do bioma Mata Atlântica com 60 hectares inseridos na zona urbana de Bertioga e predominância de floresta alta de restinga em estágio avançado de regeneração, o espaço foi aberto à visitação de toda comunidade. Lá são realizadas atividades de educação ambiental, pesquisa científica, turismo de baixo impacto e vivências educativas de imersão.

Desde a sua criação, a participação da comunidade local é uma premissa do projeto socioeducativo. Uma das etapas nesta trajetória foi a concepção do Plano de Manejo, iniciado em 2014, que contou com um amplo estudo dos meios físico, biótico, socioeconômico, históricos e culturais e a identificação de diretrizes para o planejamento de ações de uso público, voltadas às áreas da educação, pesquisa e turismo.

O envolvimento da comunidade local foi estimulado por meio de reuniões, rodas de conversa, encontros e entrevistas para que as pessoas pudessem compartilhar suas impressões, expectativas e sonhos em relação à criação da Reserva. Participaram desse processo mais de 300 pessoas e 50 instituições. Como resultado, surgiram o Coletivo Educador e a Rádio Reserva, dois projetos que seguem movimentando jovens e adultos em prol das questões socioambientais locais. O primeiro, um grupo composto de instituições de órgãos públicos e privados, ONGs, associações e representantes da sociedade civil. O segundo, um projeto destinado a jovens de 13 a 21 anos, com turmas formadas anualmente, que vivenciam processos formativos em educomunicação e produzem conteúdo para podcasts com transmissão ao vivo e gravação nas plataformas digitais do Centro de Férias Sesc Bertioga.

A Reserva também desenvolve um programa educativo em que hóspedes do Centro de Férias Sesc Bertioga, visitantes, grupos de estudantes e educadores são levados a compreender o território em sua inserção no contexto local e global, com a mediação de agentes de educação ambiental.

Acessibilidade na natureza

A Reserva Natural Sesc Bertioga faz parte de um cenário nacional de áreas naturais brasileiras que estreitam a relação entre diferentes públicos e a biodiversidade da região visitada, tendo em vista o compromisso com a acessibilidade. No Brasil, 17,3 milhões de pessoas têm alguma deficiência para ver, ouvir ou se locomover, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, são poucos e restritos os parques adaptados para todas as pessoas e suas diferentes necessidades. Outros exemplos de Parques Nacionais (PARNA) que fazem parte desse movimento de interação, inclusão e que possuem recursos de acessibilidade são o do Itatiaia (RJ), o da Serra da Capivara (PI) e o da Chapada dos Veadeiros (GO).

Em 2021, foi implantada na Reserva Natural Sesc Bertioga a Trilha do Sentir, percurso plano e suspenso em meio à floresta, composto por um deck de madeira sem degraus e corrimãos em três alturas. Uma experiência de imersão na natureza de forma segura que consiste numa caminhada leve com três opções de trajeto – 120m, 450m e 960m –, onde a acessibilidade está presente em múltiplas dimensões: física, cultural, atitudinal e comunicacional. Ela ainda facilita o acesso para pessoas idosas e pessoas com carrinho de bebê.

O desenho do percurso foi estabelecido em uma ação formativa que envolveu comunidade local, pesquisadores e pessoas empregadas do Sesc, que entraram na área da reserva e escolheram o trajeto mais adequado. Este delicado trabalho possibilitou o mínimo impacto na área. A comunidade local participou ativamente desse processo e, ao final, foi convidada, por meio de uma votação eletrônica, a escolher o nome da trilha.

Há ainda um conjunto de recursos de acessibilidade com placas interpretativas táteis com desenhos em relevo de pássaros, insetos, plantas e outras espécies nativas, além de textos em braille que auxiliam na mediação com o público. Um projeto que tem como base o Desenho Universal, conceito que leva em consideração a diversidade humana de forma a garantir a acessibilidade aos componentes do ambiente natural. Além disso, logo na entrada, no espaço Rosa dos Ventos, uma equipe de agentes de educação ambiental, guarda-parques e orientadores de público estão disponíveis para diálogo e mediação educativa amparados na troca de experiências com os visitantes.

Programa de Turismo Social

No campo do turismo, o Sesc atua de forma integrada às suas diretrizes socioambientais. O Programa de Turismo Social busca promover experiências de lazer que valorizam a natureza, a cultura local e a inclusão, incentivando práticas responsáveis e de baixo impacto que respeitam os territórios visitados.

O Turismo de Base Comunitária traz práticas convergentes com as diretrizes da educação para a sustentabilidade, centrando-se em uma organização pela comunidade e para ela ao se guiar para a coletividade e o desenvolvimento local. Um dos exemplos é o projeto Itinerários de Resistência, que contempla roteiros de passeios, excursões, oficinas, formações e outras atividades que privilegiam a dimensão comunitária da ação, envolvendo quilombos, assentamentos ou propriedades rurais, ocupações urbanas, aldeias e coletivos culturais, entre outros. Isso favorece a lógica de autonomia e preservação de modos de vida próprios, da biodiversidade e da diversidade da cultural local.

Com isso, a instituição oferece oportunidades de vivência em ambientes naturais e urbanos de maneira consciente, conectando bem-estar, educação ambiental e sustentabilidade. Essa abordagem contribui para que cada viagem seja também um exercício de cidadania e cuidado com o patrimônio coletivo.

Arquitetura e instalações sustentáveis

Para o Sesc, um dos objetivos da arquitetura é revelar a visão social da instituição sobre qualidade de vida e bem-estar, lançando mão de soluções que reforçam o caráter educativo na implantação de sua rede de unidades. Sob essa ótica, a arquitetura traduz-se em um elemento de mediação que propicia oportunidades de aprendizagem e estímulo à convivência por meio de espaços de fruição do tempo livre, destinados à contemplação, ao descanso e à participação em atividades.

A criação das novas unidades tem compromisso com a responsabilidade socioambiental, que se apresenta desde a concepção dos projetos, passando pela construção, até a manutenção de suas instalações físicas. Materiais certificados, sistemas de ventilação cruzada, aproveitamento da iluminação natural e dispositivos para uso racional da água e da energia são alguns dos recursos utilizados para reduzir o impacto ambiental e promover o conforto dos usuários. Unidades como Sesc Birigui, Sesc Franca, Sesc Guarulhos e Sesc Sorocaba são exemplos de edifícios pensados com essa lógica integrada.

Além das construções, a manutenção das estruturas existentes também segue diretrizes sustentáveis. Reformas priorizam eficiência energética, ergonomia e durabilidade dos materiais. As unidades são constantemente avaliadas quanto ao seu desempenho ambiental, adotando soluções tecnológicas e de gestão que ampliam a vida útil dos recursos e favorecem uma operação mais responsável.

Uso consciente da água

A água é tratada como um recurso valioso e finito, cuja gestão envolve ações técnicas e educativas. As unidades mantêm ações permanentes voltadas à otimização do uso dos recursos hídricos, tais como: reaproveitamento de água de chuva para limpeza e irrigação, torneiras com arejadores e reguladores de vazão, caixas de descarga modelo econômico de duplo acionamento, entre outros.
O monitoramento dos consumos, que se utiliza de sistemas informatizados, a análise mensal dos dados e a adoção de soluções técnicas permitem uma gestão eficiente, com foco na redução de desperdícios, economia financeira e menor impacto ambiental.

As equipes operacionais procedem inspeções diárias aos sistemas e recebem formação para identificar vazamentos, otimizar processos e propor melhorias. Atividades com o público também reforçam o tema, promovendo a consciência sobre o papel individual e coletivo na preservação dos recursos hídricos, especialmente em um contexto de escassez crescente e crise climática.

Tratamento de efluentes

Consumir com responsabilidade envolve também descartar com responsabilidade. Em Bertioga, município que não conta integralmente com sistema de coleta e tratamento de esgoto, uma rede coletora de mais de 3.600 metros de extensão conduz os efluentes gerados no Centro de Férias Sesc Bertioga para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que devolve água tratada e limpa ao Rio Itapanhaú. Ela está localizada na gleba 2 – uma das cinco áreas que são propriedade do Sesc na cidade, todas elas ocupadas com projetos e instalações – e realiza o tratamento a partir das etapas de aeração e decantação. O sistema utiliza uma tecnologia eficiente de membranas ultrafiltrantes que permite a remoção de até 94% dos componentes químicos e 98% dos componentes orgânicos do efluente. Essas instalações também desempenham uma função educativa junto ao público, pois podem ser visitadas e utilizadas como ferramentas de educação ambiental.

Eficiência energética e fontes renováveis

Com o objetivo de reduzir o consumo de energia e ampliar o uso de fontes limpas, o Sesc investe em soluções como iluminação LED, sensores de presença, automação predial e equipamentos de alta eficiência. Além disso, unidades como Sesc Guarulhos, Sorocaba, Itaquera, Interlagos, Belenzinho, Franca, entre outras, operam com painéis solares que auxiliam na redução do consumo. Ainda no Sesc Franca, a unidade dispõe de placas fotovoltaicas, em 180 m2 de área de exposição gerando cerca de 40.000 kW/h de energia, o que representa geração de energia suficiente para abastecer cerca de 20 residências por ano.

Essas medidas são acompanhadas por ações de formação e sensibilização com funcionários e públicos, que ajudam a consolidar uma cultura organizacional voltada à eficiência e à redução de impactos ambientais. O desempenho energético das unidades é monitorado para que os avanços sejam contínuos e alinhados às melhores práticas.

Educação alimentar e sustentabilidade

As ações de educação alimentar e nutricional do Sesc SP incentivam reflexões sobre escolhas conscientes que impactam positivamente a saúde, a sociedade e o meio ambiente. Por meio de uma abordagem transversal da alimentação, as ações valorizam práticas sustentáveis, fortalecendo os vínculos entre produção, território e consumo sustentável, e se concretiza em uma programação voltada para públicos de todas as idades por meio de oficinas, rodas de conversa, vivências e feiras, mostrando que a práticas alimentares saudáveis também são atos de cuidado com o planeta.

Projetos como Experimenta! Comida, Saúde e Cultura e Do Peito ao Prato reforçam a importância de uma alimentação adequada e saudável. Na dimensão de sustentabilidade, são abordados pontos como a importância da amamentação para saúde de bebês, com reflexos para a vida adulta e para o meio ambiente, o incentivo ao consumo de alimentos frescos, o cultivo de hortas e a valorização da produção local, mostrando que a cozinha pode ser um espaço de transformação para práticas mais sustentáveis.

Alimentação como prática sustentável 

O Sesc promove uma alimentação saudável, acessível e alinhada aos princípios da sustentabilidade. Nas Comedorias – que incluem restaurantes, cafeterias e lanchonetes –, são servidas preparações que priorizam alimentos in natura e minimamente processados em consonância às diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira (Ministério da Saúde, 2014), com foco na autonomia das pessoas sobre suas escolhas. Em 2024, foram servidas cerca de 5 milhões de refeições e mais de 11 milhões de lanches.

Os processos de trabalho atendem ao equilíbrio socioambiental, com medidas voltadas à redução de resíduos, uso responsável de materiais descartáveis, oferta gratuita de água e na adoção de equipamentos de cozinha de alta eficiência, produtos de higiene e limpeza que contribuem para a preservação dos recursos naturais. A utilização de produtos da safra e a compra de insumos regionais impulsionam as economias locais e são práticas adotadas que minimizam os impactos no meio ambiente.

Programa Sesc Mesa Brasil

Desde 1994, o Sesc Mesa Brasil conecta empresas doadoras a instituições sociais que atendem populações em situação de vulnerabilidade. É um programa que atua no combate à fome, à insegurança alimentar e ao desperdício de alimentos. Na prática, alimentos próprios para consumo — mas sem valor comercial ou excedentes de produção — são resgatados em parceiros doadores e destinados a instituições sociais. Ao evitar o descarte, os alimentos ajudam ainda a reduzir o desperdício, as emissões de gases de efeito estufa e seus impactos climáticos. Está presente em 22 unidades do Sesc no estado. Em 2024, cerca de 7 mil toneladas de alimentos excedentes foram distribuídas a mais de 1.200 instituições sociais.

As ações educativas realizadas pelo programa reafirmaram o compromisso com a promoção de uma alimentação adequada e saudável, o combate ao desperdício e o incentivo ao aproveitamento integral dos alimentos. Por meio de oficinas culinárias, cursos, palestras, bate-papos e vivências, envolvendo diversos públicos, entre eles profissionais e pessoas atendidas nas instituições sociais cadastradas, funcionários dos parceiros doadores e frequentadores das unidades, o programa buscou formar agentes multiplicadores e contribuir para a garantia da segurança alimentar, a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e comunidades.

Consumo responsável e sustentável

O Sesc adota políticas que valorizam fornecedores comprometidos com práticas ambientais e sociais responsáveis e realiza ações educativas sobre o consumo responsável, envolvendo suas equipes em formações e práticas colaborativas. O objetivo é fortalecer uma cultura organizacional baseada no uso responsável dos recursos, no cuidado coletivo e na corresponsabilidade com o planeta.

Gestão de resíduos e reaproveitamento de materiais

Por meio do programa Lixo: Menos é Mais, o Sesc realiza a coleta seletiva em todas as unidades, promove a compostagem de resíduos orgânicos, reaproveita materiais e assegura o descarte correto de resíduos especiais, como óleo de cozinha, eletrônicos e lâmpadas. A iniciativa envolve diferentes setores, desde a alimentação até a manutenção predial.

Além das ações operacionais, o programa tem uma forte dimensão educativa, convidando públicos e equipes a repensarem a geração de resíduos e a adotarem hábitos mais sustentáveis. Oficinas, exposições e conteúdos digitais ampliam o alcance dessas práticas, reforçando o papel da cultura e da educação na transformação dos hábitos de consumo e descarte.

Cultura da sustentabilidade

O fortalecimento da cultura da sustentabilidade é o compromisso do Sesc com as pessoas, com a natureza e com a vida em todas suas formas, hoje e no futuro. Ao longo de sua história transformadora de realidades, a atuação socioeducativa da instituição tem fomentado a esperança para estar no mundo a partir do olhar cuidadoso para o que nos cerca, incluindo encantamento e crítica. Conhecimentos, pesquisas, políticas e atitudes conscientes formam a cultura da sustentabilidade.

Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.