Olhares sobre a saúde

05/01/2026

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Documentários inéditos, exibidos pelo SescTV, apresentam reflexões sobre a saúde pública no Brasil, com foco nas histórias de médicos e pacientes, como no documentário Medicina: uma escola para menina (2024), em que sete médicas cariocas falam sobre preconceitos e desafios do curso de medicina ao exercício da profissão (SescTV/Divulgação)

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Em janeiro, o SescTV exibe o Especial Saúde, uma programação com três documentários inéditos que partem do depoimento de profissionais da área e de pacientes para abordar perspectivas históricas, sociais e políticas da saúde no país. “Essa seleção de filmes apresenta reflexões importantes sobre políticas públicas, desigualdade social e questões de gênero, que dialogam com um entendimento mais amplo e integral da saúde, considerando, além da dimensão biológica, as dimensões psicológica, social e cultural”, explica Fernando Amodeo Tuacek, gerente do Sesc Digital.

Em 2025, as mulheres se tornaram, pela primeira vez, a maioria entre os médicos no país, como apontou a pesquisa Demografia Médica no Brasil. No documentário Medicina: uma escola para menina (2024), dirigido por Renata Lago Philippi, que estreia dia 9/1, relatos de sete médicas cariocas, formadas entre 1930 e 1990, trazem à tona preconceitos de gênero enfrentados no ingresso do curso de medicina até o exercício cotidiano da profissão.

Com estreia no dia 16/1, o filme Saúde tem cura (2025), um dos últimos realizados pelo diretor Silvio Tendler (1970-2025), parte da história de pacientes internados em hospitais públicos durante a pandemia de Covid-19 para abordar a importância do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, cerca de 70% da população brasileira depende exclusivamente do atendimento público. O filme relata desde a criação do SUS, prevista pela Constituição de 1988, até o atual funcionamento em todo o país.

Já o documentário Paulo e Eliana (2024), de Caue Angeli e Neide Duarte, acompanhou Paulo Henrique Machado e Eliana Zagui, acometidos por um surto de poliomielite na década de 1980, e que dividiram um quarto na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas por treze anos. No filme, que estreia dia 23/1, eles falam sobre suas vidas para além dos muros do hospital, quando trabalhavam como artistas e escritores.

Assista em sesctv.org.br/noar. Disponível também no app e plataforma sesc.digital.

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