
De 16 a 26 de abril, com a proposta de discutir as várias maneiras da dança existir e de habitar o espaço cultura, a programação do Modos de Existir reúne espetáculos, vivências, JAMs e bate-papos no Sesc Santo Amaro (SP) e na Praça Floriano Peixoto.
O módulo 12 do projeto traz o tema “Dançando as tradições” e destaca artistas que partem de danças tradicionais para a sua criação, propondo uma intersecção de tempos, práticas e técnicas de organizar o corpo. O intuito é ampliar as discussões sobre dança para além do espaço cênico, contemplando outros modos de atuação da dança.
A curadoria é compartilhada entre Fabiano Maranhão, Maitê Neris de Lacerda Soares, Marcos Villas Boas, Talita Rebizzi e Silvana de Jesus. “Trazemos a tradição, nesse lugar de energia vital, não como algo parado no tempo, enrijecido, que nunca muda, mas sim, como cultura viva, pulsante, que transforma e se adequa no tempo e espaço; nossa cultura é riquíssima, é diversa, é profunda”, enfatiza Silvana.
Confira a programação abaixo e aproveite!
15h | Tudo que a boca come
19h30 | Toré
20h30 | Tudo que a boca come
15h | Estalo
16h | Auto do Bumba-meu-boi *na Praça Floriano Peixoto
20h30 | Estalo
13h | Encantos Amazônicos
16h | Processos de criação: tradição e contemporaneidade
18h30 | Pavão Misterioso
20h | Mestre Ambrósio
11h30 | Aguaceiro de Menino Bentu
13h | Encontro indígena
15h30 | Sankofa: da Capoeira ao Funk (A confirmar)
17h | Confluências: capoeira, maculelê e funk
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15h | Fênix – Onde nascem os sonhos
19h30 | Na medida do possível
20h30 | Fênix – Onde nascem os sonhos
15h | SerTÃOmar
16h | Encontro de Tambores *na Praça Floriano Peixoto
20h30 | SerTÃOmar
13h | Encontro africano
15h30 | Bença aos nossos/as mais velhos/as (A confirmar)
17h | Rodas: Jongo, samba de roda, danças urbanas
18h30 | Cordeiros
11h30 | Samba gigante pra gente miúda
14h30 | Ibejada
15h30 | Valores ancestrais nos espaços de formação (A confirmar)
17h | Baile: samba-rock, passinho e ballroom
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Sobre a proposta pensada para o programa, Silvana elucida: “enxergar que essas riquezas estéticas podem estar tanto nas comunidades, desempenhando seus papéis e benefícios sociais quanto no palco; que, se desejarmos abrir espaço, as pautas como diversidade de corpos, gêneros, raça, etnias, faixas etárias podem compor, de forma complementar e eficiente, uma mesma programação”.
Saiba mais em www.sescsp.org.br/modosdeexistir
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