
O jornalista e doutor em História Claudio Jorge Oliveira oferece um amplo panorama sobre o surgimento e a consolidação da indústria fonográfica no Brasil, com destaque para a explosão do comércio de discos durante o período de ditadura militar (1964 a 1985). Em 1969, o governo militar criou uma lei que permitia às gravadoras abaterem 100% do ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) na criação de álbuns de artistas brasileiros. Era o surgimento do selo “Disco é Cultura”, estampado na contracapa de praticamente toda obra nacional. Pontuado por entrevistas com nomes importantes da indústria e da música, como André Midani, Jards Macalé, Wilson Souto Jr. e Roberto Menescal, o livro oferece uma rica investigação sobre o mundo das gravadoras (desde 1902) e as suas relações com o Estado brasileiro.
Disco é cultura: música, gravadoras e ditadura militar no Brasil
Claudio Jorge Oliveira
Edições Sesc São Paulo e Garota FM
2026 | 404p.
ISBN: 978-85-9493-395-9
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