JANEIRO 2026: leia destaques desta edição da Revista E

05/01/2026

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NESTE MÊS: COMO ALGUMAS MODALIDADES ESPORTIVAS SE TORNAM POPULARES; AS TRANSFORMAÇÕES DO ESPAÇO URBANO A PARTIR DA ESCUTA DAS INFÂNCIAS; A FORÇA ANCESTRAL DA ARTISTA VISUAL NÁDIA TAQUARY; CAMINHOS DA LITERATURA INFANTIL COM CRISTIANE ROGERIO E ILAN BRENMAN; CONVERSAS COM SANDRO CARNICELLI, JORGE BRENNAND JR. E BRANCA VIANNA; LEIA MAIS!  

A nova edição da Revista E está no ar! Em JANEIRO de 2026, a publicação mensal do Sesc São Paulo traz em suas páginas reportagens, entrevistas, artigos inéditos e textos de ficção. Acesse pelos botões a seguir ou leia a edição de Janeiro/26 da Revista E na íntegra.

A capa apresenta uma imagem que mostra um detalhe da escultura em bronze Mulher Peixe (2021), da artista visual baiana Nádia Taquary. Sua obra dialoga com a ancestralidade, a espiritualidade, a arte tradicional africana e a joalheria afro-brasileira. A escultura integra a exposição Ọ̀nà Irin: caminho de ferroem cartaz no Sesc Belenzinho até 22 de fevereiro. Outras imagens desse ensaio fotográfico estão disponíveis na seção Gráfica desta edição. 

AA primeira REPORTAGEM (Esporte popular brasileiro – LEIA AQUI) aborda como a popularidades de diferentes modalidades esportivas muda ao longo dos anos e como essa transformação se relaciona com o interesse público e a atenção dada pela mídia. Atletas como Graziela Yaci, representante do Brasil em competições de tiro com arco, o nadador Gabriel Geraldo dos Santos Araújo, o Gabrielzinho, e Diogo Silva, ex-atleta olímpico de taekwondo e atual Coordenador-Geral de Inteligência Esportiva no Ministério do Esporte, refletem sobre esse cenário.  

Primeira mulher indígena a representar internacionalmente o país no tiro com arco, Graziela Yaci, do povo Karapãna, em disputa pela medalha de bronze nos Jogos Panamericanos de Lima, no Peru, em 2019. (foto: Jonne Roriz/ COB).

Outra REPORTAGEM do mês (Cidade das crianças – LEIA AQUI) discute a importância de criar territórios urbanos que proporcionem autonomia liberdade para as infâncias, a partir de um conceito do psicopedagogo italiano Francesco Tonucci. O texto analisa como decisões políticas moldam o cotidiano infantil e defende a necessidade de reimaginar cidades a partir da perspectiva das crianças, promovendo inclusão e bem-estar.  

Na Praça Pôr do Sol, no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo,
crianças brincam livremente, em contato com a natureza (foto: Nilton Fukuda).

A convidado da ENTREVISTA deste mês (Pensar e desfrutar o tempo livre – LEIA AQUI) é o pesquisador e educador físico Sandro Carnicelli, membro da Academia Internacional para o Desenvolvimento do Turismo, que dedica sua trajetória ao estudo do lazer como campo de trabalho, reflexão e prática social. O pesquisador destaca o universo do consumo impacta a relação entre lazer e sustentabilidade e a importância de se pensar em práticas de lazer menos predatórias e mais conscientes.

Sandro Carnicelli reflete como o lazer pode promover o desenvolvimento social
(foto: Nilton Fukuda).

A seção BIO (Entre realidade e sonho – LEIA AQUI) apresenta o legado de Robert “Bob” Wilson (1941-2025), diretor teatral estadunidense que impactou o teatro brasileiro com montagens como A dama no mar (2013) e Garrincha: Uma ópera da Ruas (2016)Para a atriz Lígia Cortez, que integrou o elenco de ambas as montagens, a precisão do gesto em Wilson não era um capricho formal, mas parte essencial de sua concepção de cena.

Nascido em Waco, no Texas (Estados Unidos), em 1941, Wilson estudou arquitetura e artes visuais antes de se entregar às artes cênicas, caminho que definiria sua linguagem artística (foto: Alexandre Nunis).

No ENCONTROS desta edição (Universo sonoro – LEIA AQUI), conversamos com Branca Vianna, fundadora da Rádio Novelo, que empresta sua voz aos podcasts Rádio Novelo Apresenta e Fio da Meada. Presidente da maior produtora de podcasts jornalísticos do país, Branca analisa o mercado brasileiro, destaca as diferenças em relação às programações das rádios tradicionais e comenta critérios e estratégias que orientam as produções.

Branca Vianna atuou 25 anos como tradutora simultânea e hoje se dedica a produzir
e apresentar podcasts jornalísticos (foto: Ângela Siemsen).

A matéria GRÁFICA deste mês (Honrar caminhos – LEIA AQUI) convida a apreciar a exposição Ọ̀nà Irin: caminho de ferroda artista visual baiana Nádia Taquary. Suas obras possuem referências ancestrais, que passam pela espiritualidade, pela arte tradicional africana e pela joalheria afro-brasileira. A mostra, em cartaz no Sesc Belenzinho até 22 de fevereiro, homenageia mulheres negras que traçaram caminhos de liberdade e de resistência.

As obras da exposição Ọ̀nà Irin: caminho de ferro foram dispostas em meio aos
trilhos da instalação Ogum (2023) (foto: Nilton Fukuda).

 O DEPOIMENTO de janeiro (Olhos nos olhos LEIA AQUI) traz o artista e documentarista Jorge Brennand Jr., experiente entrevistador de escritores, músicos e outros artistas. Ele apresenta a sua trajetória multifacetada e comenta as produções na cena audiovisual. Também destaca o trabalho mais recente, Todos os Olhos, em que ele traça um retrato íntimo do músico Tom Zé.  

Brennand se interessou pelo audiovisual no final dos anos 1980, enquanto registrava os
bastidores dos shows dos amigos (foto: Rodrigo Palazzo).

A seção EM PAUTA desta edição da Revista E (Literatura para as infâncias – LEIA AQUI) apresenta reflexões sobre os rumos da literatura infantil no Brasil, a partir dos artigos da jornalista e escritora Cristiane Rogerio e do escritor Ilan Brenman. Os autores analisam os compromissos éticos e estéticos das obras destinadas às crianças e o papel de leitura na formação de novos leitores.

Artigos debatem os desafios encontrados por autores, educadores e leitores, e os rumos da literatura para as infâncias (Ilustração: Juliana Russo).

INÉDITOS deste mês (Passifauna – LEIA AQUI) traz poemas inéditos da escritora, tradutora, professora e pesquisadora Nina Rizzi, que em 2025 foi semifinalista no Prêmio Jabuti, na categoria Tradução, pela obra Da próxima vez, o fogo (Companhia das Letras, 2024), de James Baldwin. É autora de diversos livros, como Diáspora não é lar (Pallas, 2025) e o infantil A melhor mãe do mundo (Cia. das Letrinhas, 2022). Os textos foram ilustrados pela artista visual e arte-educadora Lumina Pirilampus, especializada em Literatura para as infâncias pel’A Casa Tombada. É também autora-ilustradora dos livros: Biguru (Cia. das Letrinhas, 2025), Eudice (Biruta, 2024), Minha vó ia ao cinema (Cia. das Letrinhas, 2023) entre outros.

Leia oitos poemas inéditos de Nina Rizzi, com ilustrações de Lumina Pirilampus
(ilustração: Lumina Pirilampus). 

ALMANAQUE (Ano novo, ano todo – LEIA AQUI) apresenta diferentes celebrações de passagem de ano e explora como cada cultura realiza comemorações, em datas e rituais específicos. Conheça tradições como a cerimônia do Ara Pyaú, o Ano Novo Guarana Mbyá, ou o Diwali ou Festival das Luzes, o Ano Novo Hindu.

Celebrado durante os meses de janeiro e fevereiro, o Ano Novo Chinês
também é festejado na cidade de São Paulo, no bairro da Liberdade.

A Revista E traz, ainda, a seção DOSSIÊ (Olhares sobre a saúde – LEIA AQUI), com alguns destaques da ação cultural do Sesc São Paulo em todo o Estado. Em janeiro, o Sesc TV apresenta documentários inéditos, que apresentam reflexões sobre a saúde pública no Brasil, com foco nas histórias de médicos e pacientes. A seleção de filmes também aborda temas como desigualdade social, questões de gênero e a pandemia da Covid-19.

No documentário Medicina: uma escola para menina (2024), de Renata Lago
Philipi, sete médicas cariocas, formadas entre 1930 e 1990, falam sobre
preconceitos e desafios do curso de medicina ao exercício da profissão
(foto: Jorgina Carmem).

Por fim, a última página da Revista E traz a seção P.S., que encerra a publicação com um texto autoral produzido por um colega funcionário do Sesc São Paulo, cujo tema se relaciona ao de uma das reportagens da mesma edição. Em janeiro, leia Vivendo a vida na esportiva, em que Mario Augusto Silva fala sobre o papel do esporte na infância e seu impacto na sociedade, especialmente em relação à inclusão. O autor é especialista em esporte e política, fisiologia do exercício e técnico da Gerência de Desenvolvimento Físico-Esportivo do Sesc São Paulo.

A EDIÇÃO DE JANEIRO DE 2026 DA REVISTA E ESTÁ NO AR!

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A seguir, leia a edição de JANEIRO na íntegra. Se preferir, baixe o PDF para levar a Revista E contigo para onde você quiser!

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