Foto: Divulgação
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Prosa 60+: O velho e novo na trajetória de vida e canções

Com Wandi Doratiotto e Danilo Moraes

TSI - Trabalho Social com Idosos

Consolação

Duração: 120 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Sala Ômega (8º andar)

Data e horário

De 29/09 a 29/09

Quinta

10h às 12h

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Prosa 60+ é um ponto de encontro que traz mensalmente debates sobre o papel das pessoas com mais de 60 anos na sociedade, evidenciando o seu protagonismo. Os encontros são abertos e gratuitos e, por meio de muita troca e diálogo, tem como objetivos a sociabilização, a construção de conhecimentos e a promoção da saúde. 

Em setembro Wandi Doratiotto, 67 anos, e Danilo Moraes, 34, farão um bate-papo musical sobre as respectivas carreiras, trajetórias de vida e suas influências de gerações passadas e futuras. Neste encontro, também vão conversar sobre como o relacionamento intergeracional produz enraizamento, estrutura, e possibilidades de inovação na criação de projetos futuros.

Cantarão o passado e o futuro e discorrerão sobre a importância do novo e do velho em suas vidas como possibilidade de articulação e flexibilidade na vida e no trabalho.

Danilo Moraes é cantor, compositor e guitarrista. Lançou os discos autorais Danilo Moraes (2003), Na Pista, com o grupo de forró Banguela (2004), 51, com Ricardo Teté (França – 2005), A Torcida Grita (2007), Danilo Moraes e Os Criados Mudos (2011), Miolo Mole, com Wandi Doratiotto e Swami Jr (2017) e Obra Filha (2018).

Wanderley Doratiotto (São Paulo, São Paulo, 1953). Compositor, ator, apresentador de televisão. Aprende a tocar violão, estimulado por sua família de instrumentistas. Na juventude, conclui o curso de música e educação artística pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (Famosp). Wandi Doratiotto é um dos principais compositores do grupo Premeditando o Breque, mais conhecido como Premê, uma das bandas paulistanas da década de 1980 que integra o movimento vanguarda paulista1.Denominação dada pela imprensa a um conjunto heterogêneo de músicos e bandas que, entre 1979 e 1985, reúnem-se no teatro Lira Paulistana, em São Paulo. Entre eles destacam-se Itamar Assumpção e Banda Isca de Polícia, Premeditando o Breque, Grupo Rumo e Língua de Trapo. Alzira chega a se apresentar nesse teatro no início dos anos 1980. Esses jovens músicos fazem do teatro Lira Paulistana ponto de encontro de todos aqueles que procuram produzir e difundir uma “música independente”. Além dos espetáculos, os donos do teatro criam o selo Lira Paulistana para produzir discos.

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