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Residência Leste parte para o mundo virtual

Na sequência: Brava Blings, Marina Matheus, Filipe Barrocas e Paulo Chedid (Fotos: Divulgação)
Na sequência: Brava Blings, Marina Matheus, Filipe Barrocas e Paulo Chedid (Fotos: Divulgação)

Neste ano, a Residência Leste, projeto que desde 2015 recebe artistas para um programa de residência artística no Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc Itaquera, será totalmente virtual.  

Em tempos de distanciamento social, o deslocamento até a unidade foi inviabilizado. O empecilho, no entanto, se transformou em chance para que artistas de outras partes do Brasil e do mundo fossem convidados para o projeto, expandindo as possibilidades das edições anteriores. Por isso, o tema deste ano é "A Zona Leste é o Mundo".

Entre os meses de novembro e dezembro, quatro artistas produzirão obras e intervenções artísticas remotamente. A interação com o público, que é uma das principais características da residência, também foi transportada para o ambiente online. O processo de criação e o resultado final poderão ser acompanhados por meio da hashtag #residencialeste2020 no Instagram.

Entre os artistas convidados está a Brava Blings (@eslabrava), argentina radicada no México, mas que se define como latino-americana. Morou em diversas cidades do Brasil e em Berlim. É artista multimídia, produtora musical e apresentadora de TV. Em seus trabalhos, ela expressa questões do autobiográfico enquanto mulher trans e latina na indústria fonográfica, além de temas como crítica social, afetividade, saúde mental, inteligência emocional e superação.

Para a residência, ela pretende criar a experiência de um estúdio virtual. Brava Blings tem a intenção de transmitir ao vivo a cada semana para que todos os interessados possam interagir durante o processo criativo. O público poderá ter acesso nas etapas de escrita, gravação, pós-produção, montagem da cenografia e todos os processos emocionais e mentais. A artista também pretende realizar entrevistas e bate-papos que contemple diversos assuntos, incluindo a crise global que o mundo está atravessando.

Já Marina Matheus (@marinarcmatheus) irá apresentar a proposta: “O horror metafísico do infinito”. A artista parte de referências do livro “O Universo Inacabado”, de Mário Novello, para trabalhar com ondas sonoras, palavras e imagens em uma performance sinestésica que pretende tridimensionalizar a experiência das plataformas digitais. 

Formada em dança pela Universidade de Campinas (Unicamp), Marina é performer, dramaturga, pesquisadora e instrutora de yoga. Seus trabalhos usam a intersecção entre os campos da meditação, mobilidade e vocalidade, na busca por procedimentos que possam produzir uma disrupção na percepção de continuidade espaço temporal.

Compõe a residência também Filipe Barrocas (@fibarrocas). Artista, pesquisador e arquiteto, português que vive e trabalha em São Paulo. Ele é doutorando em Poéticas Visuais na Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Artes Visuais pela mesma instituição.

Filipe irá apresentar o trabalho “Proclamação na República”. Ao longo de seis semanas, ele planeja escrever um texto com apoio coletivo sobre a república brasileira. Concomitantemente, a Praça da República, no centro de São Paulo, será enquadrada pela janela do apartamento do artista e fotografada regularmente. No final do processo, o artista tem a intenção de montar um filme com as imagens e a leitura do texto.

Finaliza a lista, Paulo Chedid (@chedidog), graduado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Seus trabalhos estão ligados às áreas de pós-produção, como montador, restaurador digital, finalizador, animador, compositor de imagens e supervisor de efeitos visuais.

Ele apresentará o projeto “O Assintomático", termo amplamente utilizado durante a pandemia para descrever indivíduos que não manifestam sintomas da COVID-19, mas que podem disseminar a doença. O projeto final tem intenção de ser um quebra-cabeça de registros audiovisuais que vão expandir e ressignificar metaforicamente o conceito de assintomático como a falta de sensibilidade coletiva. Por meio de desenho em nanquim e de vídeo-arte, ele pretende explorar esse discurso em forma de narrativas curtas.

Conheça os trabalhos realizados anteriormente pelos artistas na Residência Leste:

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