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10 razões que provam que a moda agora é virar boto

De uns tempos pra cá muito tem se falado sobre a prática do sereísmo, este estilo de vida que tem tudo a ver com as sereias e os seres do mar, e que vêm conquistando cada vez mais adeptos no Brasil.

Tá, o sereísmo é muito legal e tem o seu valor, mas você já pensou em como seria mágico se tornar um boto por um dia?

Os botos são dos poucos únicos mamíferos que possuem representantes vivendo exclusivamente em água doce, sendo considerados, por alguns zoólogos, como as espécies atuais mais primitivas de golfinhos.

Pra você não achar que estamos ficando malucos, listamos 10 bons motivos que provam que moda do momento é o botismo.

 

1. O boto escuta tudo. Ele tem uma audição muito sensível. Acredite, ele consegue ouvir e emitir os sons mais inaudíveis possíveis. É quase um Whatsapp subaquático com mensagens sabiamente criptografadas.

 

2. O boto também vê tudo. Mesmo com a visão fraca, seu sistema de radares é impressionante. 

 

3. O boto também conhece como ninguém o lugar onde vive. Ele é o guia e mostra todo o encantamento da natureza.

 

4. O boto conhece vários personagens como o Seu Angelo, viúvo de Dona Raimunda, a grande curandeira do norte brasileira e Chico Malta, ícone do carimbó. O boto é famoso na quebrada.  

 

5. Diz a lenda amazônica que o boto pode se transformar em humano e ir às festas. Como o festival do Sairé. 

 

6. O boto também consegue aprender música com o cacique Osmarino.

 

7. E também medicina caseira com curandeiros.

 

8. Grande parte do dia o boto se depara com imagens deslumbrantes como este ribeirinho subindo esta palmeira.

 

9. Ou este pôr-do-sol maravilhoso.

 

10. É isso, virar boto também não tem custo nenhum, basta chegar no Sesc Consolação de 8 a 13/5, curtir direto da piscina aquecida o filme-instalação “O Olhar do Boto” e ter uma experiência bem parecida com essa.

Idealizada pelos artistas José Roberto Aguilar e Gregório Gananian, a obra é fruto de intensa vivência na região de Alter do Chão, próxima de Santarém, no Pará. A filmagem utiliza a figura e o olhar do Boto amazônico como guia do espectador. 

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