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Projeto Refugi e a inserção social por meio da música

Se existe uma forma de comunicação que ultrapassa qualquer idioma, é a música. Por meio dela é possível entrar em contato com a cultura, tradição e muitas vezes com o que há de mais íntimo em cada um. Por isso, a música foi escolhida como fio condutor do projeto Refugi, que o Sesc São Paulo desenvolveu, de junho a agosto de 2017, com oficinas, apresentações musicais e bate-papos destinados a refugiados e imigrantes. O lançamento aconteceu no dia 15 de junho, quinta-feira, às 18h, no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação, com uma apresentação da Orquestra Mundana - que agora se apresenta no Sesc Pompeia.

Idealizado por Carlinhos Antunes e Cleo Miranda, e tendo como protagonistas pessoas que – por escolha ou necessidade – hoje têm a cidade de São Paulo como sua casa, Refugi tem o objetivo de contribuir para a diminuição das barreiras do preconceito e gerar conhecimento, além de promover trocas de experiência e inserção social.

Orquestra Mundana se prepara para o show de lançamento em ensaio no Sesc Consolação. Video: Gérson Bocato

Os refugiados e imigrantes podem se inscrever para participar de oficinas de canto, sons e movimentos, percussão e práticas de grupo - as atividades acontecem em português, mas terão mediação para outros idiomas -, já a população em geral pode participar da programação por meio dos bate-papos e de apresentações musicais que ocorrerão durante todo o período.

Músicos regulares da Orquestra Mundana – alguns deles oriundos dessa mesma situação de refugio ou imigração – irão participar de todo o processo, tanto ministrando oficinas, quanto se apresentando com os participantes do projeto, em uma formação que leva o nome de Orquestra Mundana Refugi.

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Refugi ao pé do ouvido:


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