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Era o Dito?

Após 11 dias de concertos, atividades formativas, palestras e vivências, chegou ao fim mais uma edição do Festival Sesc de Música de Câmara.

E após algumas matérias elaboradas com a intenção de aproximar a música de câmara do público mostrando que ela é acessível a todos e que está presente em diversos momentos nas nossas vidas (seja no cinema, e até no metrô), publicamos esta, a derradeira, para mostrar a presença da música de concerto na música popular.

Conversamos com a cantora Socorro Lira, com a banda Teko Porã e com a violinista Fernanda Kostchak, artistas com trabalhos considerados “populares” e que possuem uma formação erudita, para saber um pouco mais sobre a influência do erudito em suas composições e para refletir sobre as maneiras de despertar o interesse do público para esse tipo de música.

Socorro Lira é mulher, nordestina, musicista autodidata. Escreveu sua história unindo elementos da cultura popular a arranjos elaborados, dotados de técnica e sensibilidade. No Departamento de Artes da Universidade Federal da Paraíba teve contato com a música erudita ao estudar violão clássico com o professor Edilson Eulálio.

No vídeo abaixo, ela comenta sobre a relação da música “clássica” na sua obra.



 

Como aproximar a música erudita das pessoas que não costumam frequentar teatros e salas de concerto?

Conversamos com os músicos da banda Teko Porã, famosa por animar viagens de trem e metrô na cidade de São Paulo, para saber um pouco mais sobre a influência da música clássica no trabalho e na formação dos seus integrantes, e sobre o desafio que é conciliar elementos da música clássica e erudita nas suas composições.


 

No terceiro e último vídeo da série "Era o Dito?", batemos um papo com Fernanda Kostchak. Ela falou sobre sua formação (inclusive erudita), sua carreira e sobre sua relação com a música de concerto. Hoje, Fernanda, que também já tocou em orquestras, é a pessoa responsável pelo violino de uma das bandas de folk rock mais queridas do Brasil: O Vanguart.


 

E ai, deu para perceber que o clássico dialoga diretamente com o popular?
Será que no final das contas, o Erudito “Era o dito”?

 

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