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Sobre os artistas

Quem são os artistas?

A exposição Acervo Vivo conta com 8 obras de 6 artistas de diferentes épocas, trajetórias e perfis de trabalho. Vamos descobrir um pouco mais sobre cada um?

 

Ivone Couto
Nasceu em 1959, em Nova Morada (MG).

Artista visual, plástica e desenhista e tem como destaque das suas obras as litografias.
Cursou Belas-Artes, Artes Gráficas e Gravura em Metal na Fundação Guignard, em Belo Horizonte (MG); Desenho Arquitetônico, na Escola Politécnica de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG); especialização em Litografia, em Ouro Preto (MG) com João Quaglia; Escultura, com Décio Lima; Criatividade, com Sara Ávila; especialização em Litografia, com Luís Lobo; e Pintura, no 10º Festival de Ouro Preto.  Desde 1972, participa de intensas atividades didáticas e de inúmeras exposições individuais e coletivas.

 

Irene Lufting
Nasceu em 1904, na Hungria.

Artista visual e plástica, se destacou na técnica da xilogravura. Em sua trajetória, Irene Lufting participou do Núcleo de Gravadores de São Paulo, o NUGRASP, e do Clube da Gravura de São Paulo, junto de Clóvis Graciano e Lívio Abramo, além de integrar a XI Bienal de São Paulo, em 1971.

 

Ivonaldo Veloso de Melo
Nasceu em 1943, em Caruru (PE).

Artista autodidata começou a pintar em 1966 e se destacou pela pintura Naïf. Sua primeira exposição aconteceu em 1968, no Rio de Janeiro, e precedeu sua mudança para Europa, por onde permaneceu durante 5 anos, expondo em diversas cidades, como Amsterdam, Paris, Colônia e Bruxelas. É um artista reconhecido e premiado internacionalmente e considerado um dos mais importantes pintores da arte Naïf brasileira.

 

Clóvis Graciano
Nasceu em 1907, em Araras (SP).

Artista visual, plástico, pintor, desenhista, cenógrafo e ilustrador, teve como técnica de destaque a gravura.
Estudou com o pintor Waldemar da Costa, integrou o Grupo Santa Helena, com Francisco Rebolo, Mario Zanini e Bonadei. Frequentou o curso de Desenho da Escola Paulista de Belas Artes. Em 1948, foi sócio fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Em 1971, assumiu o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (_Pina). Ao longo de sua carreira, permaneceu fiel ao figurativismo, com o predomínio de temas sociais.

 

Siron Franco
Nasceu em1947, em Goiás Velho (GO).

Artista visual, plástico, ilustrador, desenhista, pintor, escultor, gravador e diretor de arte. Teve destaque na serigrafia.
Estudou pintura com D. J. Oliveira (1932-2005) e, em 1960, com Cleber Gouvêa (1942-2000), como aluno-ouvinte da Escola de Belas Artes da Universidade Católica de Goiânia. Entre 1969 e 1971, frequentou os ateliês de Bernardo Cid (1925-1982) e Walter Levy (1905-1995), em São Paulo, integrando o grupo que fez a exposição Surrealismo e Arte Fantástica, na Galeria Seta. Desde 1986, realiza monumentos públicos, baseados na realidade social do país, como um cronista de seu tempo. Nos quadros da série Césio (1987), concebidos com uma gama muito restrita de pigmentos, o pintor comenta a tragédia ocorrida em Goiânia, ocasionada pelo vazamento de material radioativo.

 

Gilvan Samico
Nasceu em 1928, em Recife (PE).

Artista visual, plástico, gravador, pintor, xilógrafo, desenhista, professor se destacou pela técnica da gravura.
Gilvan Samico iniciou-se em pintura como autodidata. Em 1948, integrou a Sociedade de Arte Moderna do Recife, que teve importante papel na renovação da arte pernambucana. Em 1952, Gilvan Samico fundou, com outros artistas, o Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR), idealizado pelo gravador Abelardo da Hora. Estudou Xilogravura com Lívio Abramo, em 1957, na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) e Gravura com Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Lecionou Xilogravura na Universidade Federal da Paraíba (UFPA). Em 1971, foi convidado por Ariano Suassuna a integrar o Movimento Armorial, voltado à cultura popular nordestina e à literatura de cordel. Sua produção foi marcada pela recuperação do romanceiro popular nordestino, por meio da literatura de cordel e pela utilização criativa da xilogravura.

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