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Saúde em todos os sentidos

Barulho demais, sabores de menos, imagens embaralhadas, espirros por conta de um cheiro diferente, arrepios. Todos são pontos de alerta para o bem-estar e são enviados ao nosso cérebro graças aos cinco sentidos da percepção. Visão, audição, olfato, tato e paladar são ferramentas que usamos de modo automático. Parar para dar atenção a elas pode gerar descobertas incríveis e prazerosas!

Explore abaixo curiosidades e participe das atividades do Inspira - Ações para uma vida saudável que se relacionam com cada um dos cinco sentidos:


PALADAR

- Por meio das papilas gustativas é possível distinguir entre os cinco sabores: salgado, doce, amargo, azedo e umami.
- Reconhecido cientificamente no ano 2000, umami - uma palavra em japonês que significa “gostoso” - é um sabor contido em alimentos como algas, carnes, queijos e cogumelos. Teria, segundo alguns estudos, a função de nos ajudar na sensação de saciedade.
- Todo o paladar é, biologicamente falando, pura defesa e sobrevivência. Se algo é muito amargo, pode ser venenoso. O azedo indica alimentos estragados. O doce é atrativo por dar energia para a sobrevivência e o salgado repõe o equilíbrio de sais perdidos no suor.
- A explicação para as crianças preferirem os doces também está aí: elas têm mais papilas gustativas que os adultos, sentem mais o amargor que eles e isso garantiria que elas não comessem alimentos impróprios.
- No mundo moderno, a dica de confiar no que informa a sua língua (e não só na data de validade) é ótima para a sua saúde. Como também é ótimo e fundamental usar toda a possibilidade de sabores para ter prazer.

> Cozinha Afetiva, no Sesc Campo Limpo 
> Alimentação Funcional, no Sesc Bom Retiro 
> Explorando nossos Cinco sentidos, no Sesc Parque D. Pedro II

 

OLFATO

- São 30 mil cheiros diferentes que o olfato pode perceber
- É esse o primeiro sentido que o bebê desenvolve, para reconhecer a mãe simplesmente por respirar perto dela.
- Está intimamente ligado ao paladar. As moléculas de aromas liberadas pelos alimentos nos fazem salivar e ajudam na composição de seu sabor.
- O nariz é outra ótima ferramenta para saber se um alimento está bom para o consumo ou não, pode confiar nele.
- E existe até quem explique a intolerância ao coentro como uma questão genética e olfativa: quem não gosta do tempero sente um aroma desagradável. Já que quem gosta, não consegue sentir. De nariz tampado, muitos “intolerantes” comeram coentro sem reclamar.

Aromaterapia, no Sesc Itaquera 
> Fitoterapia e Plantas Medicinais, no Sesc São José dos Campos

TATO

- A pele é o maior órgão do corpo humano e, por meio de suas terminações nervosas sentimos estímulos térmicos, mecânicos ou dolorosos.
- Como os outros sentidos, o tato também não se desliga nem quando dormimos, mas é mais fácil que ele influencie nossos sonhos: um borrifo de água enquanto estamos dormindo pode nos conduzir a um sonho molhado: no mar, em uma piscina ou na chuva. Uma posição que incomode ou cause dor pode gerar pesadelos.
- E o tato também ajuda o paladar: é por meio dele que sentimos, por exemplo, a picância das pimentas.

Yoga na Praia de Itaguaré, Sesc Bertioga
Oficina de Massagem para Casais grávidos, no Sesc Pinheiros 
> Escalda pés, no Sesc Itaquera 


AUDIÇÃO

- Por volta do terceiro mês de gestação, o bebê já consegue ouvir.
- As perdas auditivas atingem cerca de 70% da população com mais de 65 anos no mundo.
- Barulhos muito altos ou constantes são tão perturbadores que são usados inclusive como forma de tortura, já que o cérebro não consegue desligar voluntariamente a capacidade de ouvir (para não sentir cheiros podemos respirar pela boca, fechar os olhos para não ver, não comer para bloquear o paladar, mas sem auxílio de equipamentos como tampões continuamos a ouvir).
- Já o sons organizados em melodias e músicas podem relaxar, excitar o corpo para dançar e são usados por diversas culturas como indicativo de pertencimento.
- O psicólogo Steven Pinker diz no seu livro Como a Mente Funciona que a música é como uma guloseima auditiva e uma maneira de se comunicar emocionalmente com quem a ouve.

Meditacao com Tambores, no Sesc Pompeia
> Musicoterapia, no Sesc Presidente Prudente 
> Jornada Sonora, no Sesc Santo André 
> So Ham, no Sesc Bertioga
> Yoga no Parque com Música Indiana, do Sesc Carmo
> Meditação com Tambores Flow, no Sesc Santo André 
> Meditação com Flauta Japonesa, no Sesc Registro
> Bandokê, no Sesc Campo Limpo 
> Mais música e alegria Roda de tambores, no Sesc Araraquara


VISÃO

- Como o bebê não usa muito a visão dentro do útero, logo que ele nasce tudo que ele enxerga são borrões.
- Isso vai evoluindo até que, por volta de 7 anos, a visão fica completamente desenvolvida.
- O declínio começa na casa dos 40 anos, quando a presbiopia torna difícil enxergar objetos muito próximos.
- Nesse meio tempo, as mais de 100 milhões de células nervosas da retina compõem imagens que formam, literalmente, nossa visão de mundo. Tanto que um neurocientista australiano levantou a hipótese de que vários pintores do impressionismo, como Claude Monet e August Renoir seriam míopes, o que explicaria as imagens sem foco e com cores mais fortes, exatamente como quem tem miopia enxerga.

> Figuras Coreográficas no Sesc Pompeia
> Entre Cores, no Sesc Carmo 
> Coletividade, no Sesc São Caetano 
> Cromoterapia, no Sesc Itaquera
> Minha Cara, Meu Sorriso, no Sesc Presidente Prudente

 

>>> A programação completa e mais inspirações você encontra em sescsp.org.br/inspira

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